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Conteúdo Popular

Mostrando conteúdos com a mais alta reputação em 05-02-2020 em todas as áreas

  1. 1 ponto
    iritemai

    iPlace Upgrade, vale a pena?

    Cuidado que homologado pela Anatel tem que ter o selo que eles colocam, não basta ter o modelo. Sobre a iPlace, se você quer ter o ultimo modelo sempre vale a pena, e se você não se importa em ficar pra sempre pagando um telefone que não é seu vale a pena também. Eu tenho há 2 anos, gostei da experiencia, mas, o telefone não é seu, tem que cuidar muito pois para voltar ele na troca tem que estar em perfeitas condições. Outra coisa, se você desistir do plano, não basta entregar o aparelho depois de 12 meses que quita a divida, isso so funciona se você refizer o financiamento. Para encerrar seu compromisso com eles você precisa pagar as parcelas remanescentes. Outra coisa, se você quiser fazer um Downgrade por exemplo por que não quer gastar muito não consegue, você precisa sempre pegar o ultimo modelo. Se você por ventura vier a desisitr o telefone acaba saindo em media uns 13% mais caro que é valor do Financiamento. Mais ou menos isso. Abs.,
  2. 1 ponto
    BetoGaleazzo

    Atualizar Yosemite para El Capitan

    - Faz um backup da tua partição EFI - Cria uma instalação USB do El Capitan usando o terminal - Instala o Clover Bootloader no pendrive que você acabou de criar - Joga o backup da tua EFI pra dentro da EFI do pendrive que você acabou de criar Seria interessante você atualizar as kexts que você usa (procura elas no GitHub) na sua pasta EFI. Depois que instalar o sistema, só instala o Clover e passa a tua EFI pra partição EFI da máquina. Testa isso tudo antes em um HD ou SSD que não seja o seu principal. Se der zica você pode ir testando até funcionar, deixar estável e fazer a atualização de vez no teu disco principal. Não houveram muitas alterações do Yosemite para o El Capitan, acho que vai ser de boa.
  3. 1 ponto
    Permita-me discordar da sua lógica. Os site que você "linkou" é conhecido por não filtrar bem os resultados dos usuários, além de ter nele resultados de diversas máquinas, com diversas configurações de memória, placas-mãe, BIOS, etc... Que o processador i5 de entrada dos Macbooks Pro de 13" de 2019 são mais fortes que os i7 de entrada dos Macbooks Pro de 15" de 2017 não há dúvida, mas quando você compara em cenários mais justos, ou seja, nas máquinas onde estão instalados (comparando os Macbooks Pro efetivamente), no Geekbench a pontuação é de 5035 para o i5 enquanto o i7 marca 5003, ambos em single core. Uma diferença irrisória quando vemos que o i7 em questão é um processador do primeiro trimestre de 2017 e o i5 é do segundo trimestre de 2019, ou seja, apesar de uma geração de diferença, há um gap de mais de dois anos. Esse i5 só brilha no multi core, onde marca 18831 contra 16381 do i7, mesmo assim uma diferença pouco prática de 2450 pontos dado que essa diferença só é alcançada pelo período de tempo onde o turbo boost está acionado no máximo no multicore, o que ocorre por poucos segundos porque as CPUs Intel não mantém o clock no máximo do turbo boost por muito tempo para evitar o superaquecimento. Lembrando que o Turbo Boost é um overclock de fábrica, onde se explora uma possibilidade do chip trabalhar acima do clock nominal por um período de tempo antes que ele atinja a Tjunction do processador. O Turbo Boost é projetado para picos de processamento, geralmente pensado para tarefas de curta duração. Se essa carga persiste o processador baixa o clock para valores próximos do clock nominal para gerenciar a temperatura do chip, cenário que ocorre quando o processamento de topo permanece por mais tempo que o previsto para o recurso Turbo Boost. É por isso que o clock baixa depois de algum tempo processando vídeo ou compilando um projeto grande. Para um processador desses manter o clock do turbo boost alto é necessário um sistema de resfriamento muito, mas muito super dimensionado, para evitar que a temperatura do processador sequer chegue perto do Tjunction, coisa que acontece facilmente em laptops, principalmente nos Macbooks Pro. Não podemos pensar somente na pontuação dos processadores apenas, porque somente o clock, o cache e o Turbo Boost não definem uma máquina mais rápida. Muita gente esquece da transferência do barramento. A velocidade de comunicação com o barramento do i5 é de 6 GT/s, enquanto que no i7 é de 8 GT/s, ou seja, nos momentos de carga máxima da CPU, o i7 comunicará mais rápido com memória e I/O, ou seja, essa comunicação compensará a diferença de pontuação da CPU, onde o i7 carregará e descarregará mais informações que o i5 no mesmo período de tempo, sendo assim, processar vídeo ou compilar um projeto grande, que são tarefas de demandam muita comunicação com RAM e armazenamento são privilegiadas no i7. De forma muito grotesca, esse i5 é mais rápido para calcular o valor de Pi, mas na hora de entregar um app grande do xcode ele perde para o i7. No cenário do colega, a opção por mais RAM é mais acertada porque essa diferença de processamento e demanda de utilização não compensa comprometer 50% desse recurso em prol de um processador pouquíssimo mais rápido mas que não é o indicado para a tarefa. Para referência, seguem os links dos testes do Geekbench, ambos realizados na versão 4 da engine de testes. https://browser.geekbench.com/v4/cpu/9591266 https://browser.geekbench.com/v4/cpu/14152736 Seguem também os links com as specs dos chips no Intel ARK: https://ark.intel.com/content/www/br/pt/ark/products/97185/intel-core-i7-7700hq-processor-6m-cache-up-to-3-80-ghz.html https://ark.intel.com/content/www/br/pt/ark/products/191070/intel-core-i5-8279u-processor-6m-cache-up-to-4-10-ghz.html


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