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  1. Se você está na dúvida se sai, fica ou volta para a Maçã, aqui vai um relato concreto de arrependimento... Pessoal, usei iPhone por 8 anos da minha vida (desde o 4S) e em 2019 decidi pegar o Galaxy Note 10+ por vários motivos. Frustração com o novo lançamento, problemas no meu MacBook Pro e, evidentemente, preço. Acontece que depois de 6 meses vivendo no ecossistema Galaxy, decidi voltar atrás e recomeçar a minha história com a Maçã. Mas, antes de tudo, afirmo que a experiência Android foi muito bem-vinda e conquistou o meu respeito. O sistema está muito mais estável e consistente do que anos atrás, bem como a construção/qualidade dos flagships da Samsung. No Galaxy eu adorei as facilidades da Bixby Routines, a tela realmente gigante que a Sam batizou de Infinty-O e a S-Pen, que usei pouco mas ajudava na hora de marcar imagens ou editar vídeos com precisão. Outros recursos que me chamaram atenção foram a integração da Galeria de Fotos com o OneDrive (isto é muito bom para quem é assinante Office 365, assim como eu), o Painel Edge que traz atalhos dos aplicativos favoritos em qualquer lugar e os widgets na tela inicial. Destaque também para a conectividade Bluetooth, pois nunca tive problemas para emparelhar de primeira qualquer dispositivo. Excelente. Ah, e o leitor ultrassônico funcionou muito bem e não me fez sentir falta alguma do Face ID. É sério. Vale elogiar também o cuidado da Samsung com a embalagem do produto que trouxe uma case transparente 0800 no pacote (apesar de ter arranhado com facilidade e ficado mega encardida semanas depois) e uma película de fábrica que uso até hoje, sem dor-de-cabeça alguma. Introdução feita, falarei a seguir sobre o que me motivou voltar para a Apple. Não me acostumei com a Tela Edge da Samsung. Apesar de bacana, frequentemente eu esbarrava na curvatura da tela, sendo surpreendido com ações indesejadas. O sistema é uma colcha de retalhos. É desconfortável e confusa a competição entre o Google e o One UI, tanto que você precisa usar 2 contas no aparelho (Google e Samsung Account) para buscar aplicativos em 2 lojas diferentes ou fazer backup em 2 locais distintos. Acredito que isso aconteça em outras marcas também, exceto nos Google Pixels. O SmartView não tem nada de inteligente. É mais fácil emparelhar e visualizar a tela do iPhone na minha TV Samsung do que o Galaxy. Vai entender... Um exemplo é o app de streaming da Hulu. Enquanto no iPhone você coloca o conteúdo/vídeo para reprodução em tela cheia na TV, no Android você fica “preso” a espelhar a tela do Galaxy. OK, talvez este não seja um problema do Android, mas me incomodou bastante. Muitos gestos para tudo. Depois de quase uma década no iPhone, levei uma coça para me adaptar a tantos cliques e botões no Android. A experiência melhorou bastante com a atualização para o Android 10 que trouxe gestos muito semelhantes ao iPhone, mas ainda um tanto desengonçados. Talvez melhore no futuro. O teclado da Samsung dá raiva. O teclado do iPhone dá de 10 a 0 no teclado da Samsung, que se esforça para ter muitos recursos, mas não consegue superá-lo. Troquei o teclado da Samsung pelo GBoard, que me atendeu muito bem até certo ponto. Para cada toque acidental eu entrava em um recurso diferente do teclado que não fazia ideia do que era. Às vezes eu só queria digitar uma palavra. É pedir muito? O SamsungPay não combina com a tela inicial. Aqui o Galaxy leva uma lavada do iPhone. Enquanto nos flagships da Maçã você só pressiona o botão lateral para chamar o Apple Pay mesmo com a tela desligada, no Galaxy você precisa ligar a tela e “arrastar” a carteira digital pra cima para ter acesso aos cartões de pagamento. Com esse gesto eu chamava o recurso várias e várias vezes acidentalmente e depois da atualização para o Android 10 (com o aparelho configurado para gestos semelhantes ao iPhone) ficou muito pior. Eu até tentei configurar o botão da Bixby para ter um comportamento semelhante ao Apple Pay, mas não é a mesmacoisa. O modo de operação com uma mão precisa melhorar. Tá ligado no recurso de Alcançabilidade do iPhone? Nossa, eu usava muito ele. Muito mesmo. Apesar de ter mãos grandes, eu sempre tinha dificuldades de chegar ao topo da tela, então a Alcançabilidade me permitia chegar lá sem problemas. No Galaxy é diferente. O gesto para chamar o modo de operação com uma mão é o mesmo do iPhone, só que em vez de “descer” a tela, o sistema minimiza tudo, deixando palavras, links e botões bem pequenos. Quando estou sem óculos preciso levar o telefone bem perto do rosto para não clicar errado em nada. Faltam recursos em aplicativos nativos como E-mail, Calendário, Notes e Health. Esse é um ponto que me deixou bem chateado, pois eu imaginava que os aplicativos nativos do iPhone eram bastante limitados. Acontece que no Galaxy eles são piores. O E-mail não atualiza corretamente, o calendário é bagunçado, o Notes não salva as notas automaticamente e se você não tiver um notebook Samsung precisará fazer uma “gambiarra” para instalar o Notes no Windows. Já o Health é bem menos “parrudo” que o Saúde do iPhone e faltam muitos indicadores. A Samsung Account x iCloud. Senti falta da Samsung Account dar as mesmas possibilidades do iCloud. Falta uma página web para acessar os compromissos do seu Calendário, suas anotações e lembretes. Outro ponto negativo aqui é a autenticação de 2 fatores. Enquanto no iCloud o SMS ou mensagem em outro dispositivo chega rapidinho, na Samsung se você perder o primeiro SMS vai ter que sentar e esperar um tempo para pedir outro código. Na pressa é um problema! Família O compartilhamento familiar da Apple é perfeito. Poder compartilhar aplicativos, fotos e assinaturas por um preço em conta vale muito a pena. No Galaxy o compartilhamento não é tão eficiente. Detalhes tão pequenos de nós dois. Não é nada monstruoso, mas talvez chegue uma hora em que você constatará que era mais fácil no iPhone. É aquela máxima “Se não é um iPhone. Não é um iPhone”. Isto aconteceu comigo em tarefas simples do dia-a-dia como salvar uma foto recebida no WhatsApp ou escanear um documento na câmera e exportá-la direto para PDF. Até agora não sei como fazer. Se alguém souber, por favor, me ensina. O Spotify no AndroidAuto é terrível. Como uso o carro para trabalhar todos os dias, preciso da central multimídia sempre conectada. No iPhone era muito fácil tocar minhas músicas preferidas pelo Apple Music ou dar alguns comandos para a Siri fazer ligações. No AndroidAuto é complicado. O Google ou Bixby não entendem os comandos e o Spotify não é intuitivo. Desenhado para o iPhone. ei lá se isso é verdade, mas muitos aplicativos parecem que foram construídos para o iPhone e depois “migrados” para o Android de qualquer jeito. O WhatsApp, principalmente, roda muito mais fluído no iOS, assim como Instagram, Facebook e semehantes. Isso faz uma baita diferença no dia-a-dia. Buds e Galaxy Watch fazem bonito, mas com ressalvas. Comprei o Buds em uma promoção no site Americanas e usei muito pouco. Provavelmente porque são dispositivos intra-auriculares e nenhuma das borrachinhas ficaram firmes nos meus ouvidos. O som é potente mas o aspecto deles também não me agradou, dando a impressão de andar com dois tufos de algodão nas orelhas. Me lembrava muito quando era criança e minha avó fazia algumas “mandingas” para curar minhas dores de ouvido. Já o Galaxy Watch foi uma grata surpresa! Sim, é bem legal e completinho, mas na prática vi pouca diferença para a Galaxy Fit ou Mi Band 4. Pensando no “bolso”, não vale a pena. Aquela magina do Apple Music com os AirPods e iPhone não existe. Só depois de um tempo o Spotify começou a fazer isso de maneira superficial. Para que essa integração funcione semelhante à Apple você precisa ter músicas "baixadas" no aparelho. Fala sério. Lembrando que esta é minha opinião como usuário e outras pessoas poderão ou não se identificar. No firigir dos ovos, acredito que voltar para Apple é o melhor a ser feito. 😃
  2. Caros, como vocês conseguiram ativar o Vivo Sync sem precisar ir à loja? Aqui no meu Galaxy Watch pede para informar um QR Code ou código de ativação.
  3. Exato. Comprando o Pro vou colocar AppleCare. O Air ainda tem o "E aí Siri" mas isso é dispensável, na minha opinião.
  4. Minha dúvida é a seguinte: *O MacBook Air tem Touch ID (OK, vivo sem isso) e teclado de 3ª geração (embora também esteja na lista do recall). *Já o MacBook Pro não tem Touch ID e teclado de 1ª geração com 3 recalls: - Teclado - Luz de fundo - SSD... Mas qualquer um desses problemas pode ser um "azar", né? Usei um MacBook de 12 com teclado da 1ª geração por 3 anos sem problemas até vendê-lo. O bicho pega porque pra mim o MacBook Pro é muito mais máquina que o Air. - Tem cara de computador de verdade; - É mais veloz; - Tem uma tela mais brilhante; - Som mais alto. *Garimpei e encontrei ambos com uma diferença de R$450 entre eles, sendo o Pro, obviamente, mais caro.* Qual a melhor opção?
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