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  1. Mas está aprecendo no seu SSD! É que você está confundindo a PASTA do iCloud Drive no seu computador com a NUVEM. Essa janela de informações à direita, que você chamou de nuvem, na verdade é a pasta local sincronizada com a nuvem, sacou? Tanto é que você mesmo destacou que essa pesquisa aí está "buscando em Este Mac". Você só consegue ver a nuvem diretamente por meio do icloud.com, acessando via navegador de internet. Portanto, esse arquivo de exemplo aí está em 3 lugares diferentes: no seu HD original, que é a origem; no SERVIÇO iCloud Drive, que é a nuvem e só dá pra acessar diretamente por browser; e na PASTA local chamada iCloud Drive, por ser sincronizada com a nuvem, que aparece na barra lateral do Finder e que está ocupando o seu SSD. O problema é que a Apple parece fazer tudo pra confundir o usuário: a) pra começar, usa um nome parecido para dois serviços diferentes: iCloud e iCloud Drive; b) usa o mesmo nome do serviço para a pasta sincronizada local; c) esconde a localização da pasta local como se ela estivesse flutuando na hierarquia de pastas, como se não estivesse em nenhum disco. Ela aparece no mesmo nível do HD ( no seu caso, no mesmo nível dos seus dois discos). d) coloca algumas coisas pra sincronizar no iCloud "normal", como as notas e lembretes, e outras no iCloud Drive, como o Livros; e) além de tudo, ainda tem comportamento errático. Eu, por ex, todas as vezes que entro no Livros, vejo que a grande maioria está só na nuvem (preciso clicar na nuvenzinha pra ele baixar o arquivo e eu poder ler), o que é um saco porque não é esse o comportamento esperado, já que a otimização de armazenamento só deveria ocorrer se faltar espaço em disco, o que nunca é o meu caso porque sempre deixo pelo menos 40% livres (li em vários lugares que isso é importante para performance e maior vida útil de discos sólidos). Como o esperado é outra coisa, já fiquei na mão várias vezes, querendo ler mas sem ter internet disponível pra baixar. Mas como eu disse antes: se você quer os arquivos só na nuvem, ou também no HD mas sem sincronização automática, provavelmente o procedimento que sugeri vai te atender. Você pode inclusive fazer um atalho para o iCloud Drive e deixa-lo no Dock, pra ficar bem fácil o acesso, mais ou menos como se fosse uma pasta mesmo. Dá inclusive pra personalizar o ícone. Agora, se você quiser a sincronização no disco que não seja o de inicialização, aí não vejo outra saída que não seja trocar de serviço. Abs
  2. @Rick Levy, o iCloud Drive funciona de forma sincronizada com a pasta de mesmo nome no seu mac e nos igadgets, bem como as pastas Documentos e Mesa, caso você as marque nas configurações. Não interessa de onde vieram os arquivos, eles serão sincronizados com essas pastas, e se você apagar das pastas localmente, apaga tbem na nuvem porque é sincronizado. Me parece que a saída pra você seria o seguinte: 1 - copie os arquivos do iCloud DRive no seu HD (o de 750GB), caso eles não estejam mais lá; 2 - desative o icloud drive do seu mac, desmarcando-no nas opções do iCloud. Isso irá fazer a pasta iCloud Drive desaparecer (que você chamou de espaço), e com ela tudo o que estava dentro; 3 - suba novamente todos os arquivos pelo icloud.com. 4 - se não quiser ocupar seu HD com os arquivos, apague-os. Desse jeito, pra você ter ter acesso aos arquivos, ou colocar novos arquivos lá, só pelo icloud.com. Só consigo pensar nessa saída pra continuar usando o serviço apenas como um disco de backup, sem repetição de arquivos no SSD, porque não há como mudar a pasta iCloud Drive de lugar, o que te permitiria colocá-la no seu HD e ocupar espaço só nele, caso fosse esse seu intuito inicial. Se a sua inteção é manter realmente um espelho do que você tem no computador, sua opção seria mudar de serviço para um que te permita escolher pastas específicas para sincronizar. Uso o One Drive e o Google Drive, e ambos permitem fazer isso (o One drive na verdade permitiria colocar a pasta de sincronização dele onde você quiser, o que dá na mesma). Na minha opinião, sua melhor opção é mudar de serviço. Se você achar outra solução, compartilhe com a gente. Abs.
  3. Uso o 5110 Safenet, e nunca tive problemas, a não ser o fato de ele nunca é reconhecido na primeira tentativa, mas basta tirar e colocar de novo que funciona. Comprei na Soluti, e foi tudo junto: fui lá, comprei, e já saí com o token pronto, demorou uma meia hora, nem sabia que era possível comprar as coisas separadas, até porque dificilmente compensaria: R$ 145,00 tudo, validade de 3 anos. Não vi nenhuma empresa vendendo tão barato para advogados, mas não achei isso anunciado no site da própria Soluti, só quando liguei em uma loja deles pra me informar. Uma coisa que eu recomendo: utilize o firefox pra acessar PJe. Todos os tutoriais que você achar pra resolver qualquer problema será para Firefox, se você for procurar o suporte com as TI dos tribunais a primeira pergunta será sempre se está usando o Firefox, etc. A vida fica mais fácil, ainda mais que a gente já enfrenta a preguiça dessa turma só pelo fato de estar usando macOs.
  4. Quando isso acontece, antes de você clicar de novo na página, no canto superior esquerdo continua indicando Safari ou mostra outro nome de app?
  5. Obrigado pela resposta, Jonatan. Baixei o app, e como eu desconfiei ele não resolve meu problema porque serve justamente para o contrário, que é evitar o repouso (é muito útil para impedir que o macbook durma quando estiver com a tela abaixada). Pra isso eu usei a vida toda o Insomnia, mas a gora vou comparar os dois pra ver se troco ou não. Obrigado, de qualquer forma. abs.
  6. Bom dia a todos, Não sei se falo aqui alguma besteira, mas não sou técnico e relato aqui como o problema se apresenta para mim. A partir de determinada versão do MacOS, que não sei especificar, programas abertos passaram a impedir o repouso do sistema. Isso é extremamente irritante, especialmente porque parece ser totalmente aleatório qual aplicativo causará esse impedimento eem que momento. NO monitor de atividades, é possível consultar se os aplicativos abertos estão impedindo ou não o repouso, mas o mesmo aplicativo ora impede, ora não. O resultado é que a única forma de garantir que eu posso abaixar a tela do macbook e quando voltar ele não tera gastado bateria, muitas vezes até o final, além de aquecer, é fechar todos os aplicativos antes, ou consultar no monitor de atividades qual deles esta marcado como "impedindo o repouso" e fechar só ele - o que não é confiável, pois nada garante que um aplicativo passe a impedir o repouso, sem aviso. Ou seja, para um macbook, o repouso perde metade do sentido pelo menos, na minha perspectiva. Alguém saberia uma forma de desativar essa possibilidade de forma geral no sistema, ou pelo menos de forma específica para cada aplicativo? Geralmente, isso ocorre com o Safari, então se eu puder evitar que só o safari passe a impedir o repouso, já seria de grande ajuda. Desde já agradeço quem puder me auxiliar.
  7. Pra mim está muito claro que o mais seguro a se fazer, em relação ao apps de bancos (já que não temos a opção de não usá-los), é manter a exigência de senha para o acesso e transações. E, claro, usar uma senha exclusiva para o banco. O fato de o aplicativo do Santander não pedir a senha mesmo depois de um novo rosto ou digital ser cadastrado é tão espantosamente ridículo que demonstra o quanto estamos vendidos nesse mundo digital. Compramos segurança, mas recebemos um risco maior do que tínhamos no ponto de partida.
  8. Boa noite a todos, Alguém sabe alguma solução especificamente para impedir que os sites fiquem atualizando automaticamente no Safari, como ocorre por ex. em sites de notícia, como UOl, G1, sem atrapalhar outras funções? Obrigado.
  9. Também uso como você, para livros em epub que baixo por aí. Uso no mac e no iphone. Continua "normal", está abrindo novos arquivos. Mas eu sempre acrescento pelo mac, entao quando abro no iphone já é dentro do aplicativo. Talvez seja mais um erro, esse aplicativo não tem estabilidade nenhuma, some com PDFs, livros deixam de estar disponíveis offline, você tem que ficar baixando toda hora... Só uso pela interatividade entre os dispositivos e porque não conheço outro que leia ePub não baixado de lojas.
  10. Olá, Danilo, Achei que ainda estava na garantia. Mas, de toda forma, não me parece caso de recall, tanto porque não houve chamado da Apple indicando lotes defeituosos, quanto porque recall pressupõe um defeito que traga risco à saúde ou segurança do consumidor, o que pelo jeito não é o caso. Me parece que é o caso de garantia mesmo, pelo tal vício oculto, que ocorre quando um defeito de fabricação aparece já depois de finalizado o prazo de garantia. Nesse caso, o prazo legal de 90 dias volta a correr a partir da data em que o consumidor notou o defeito. A especificidade do caso é que a Apple já admitiu a alta incidência do defeito. No site da cobertura que eu mencionei na minha resposta anterior há a informação de que "O recibo de venda é necessário para validar a Garantia Limitada da Apple", mas não há base jurídica para essa exigência - no Brasil, pelo menos. Acho que no caso da Barbara, como você disse, o indicado é ir em outra autorizada, o mais rápido possível.
  11. Boa tarde, tudo bem? Você está usando o U2419H? Pode nos dizer o que está achando dele no mac? Obrigado.
  12. Barbara, o link a seguir é para a checagem de cobertura de garantia da Apple: https://checkcoverage.apple.com/br/pt/ Em tese, o banco de dados desse sistema é o mesmo que as autorizadas têm acesso. Te recomendo entrar no site verificar o que consta lá, precisa só do número de série. Se o sistema mostrar que ainda está na garantia, tire um print e exija a cobertura, é seu direito inquestionável, com nota ou sem nota. Se por acaso o sistema mostrar que já passou a garantia, dificilmente a informação estará incorreta. Mas caso consiga a nota fiscal OU OUTRA PROVA da data da compra com o dono original, há fundamento para tentar, inclusive judicialmente. Boa sorte.
  13. Discordo. Há dois tipos de garantia no Brasil: legal e convencional. A legal, de acordo com o Código D. Consumidor, é de 90 dias a partir da compra. Não há a previsão de forma legal para a prova da compra, de modo que a prova da data de aquisição é livre, ou seja, qualquer tipo de prova vale, incluindo foto, video da loja, e-mail, print de web page, comprovante de depósito, etc. A garantia convencional é aquela que ultrapassa os 90 dias obrigatórios, e é regulada por um contrato (termo de garantia). Se o termo de garantia exigir a nota fiscal como prova, a cláusula não vale no Brasil. A nota fiscal, como o nome diz, é um comprovante de recolhimento de impostos. Já troquei um iphone, um ipad e um macbook na garantia, e já troquei a tela de um macbook pro. O primeiro caso foi um macbook, e na primeira autorizada em que fui o cara exigiu a nota e não aceitou a que eu tinha, que era um invoice de NY, onde o computador foi comprado. Saí de lá, fui em outra, que me atendeu na hora, sem questionar nada. Fiz reclamação na Apple a respeito da negativa, e o dono me ligou depois pedindo desculpas, dizendo que o funcionário errou. O último caso foi a tela do macbook pro. Eu vi o defeito muito tempo antes do fim da garantia, mas deixei pra trocar no fim. Acontece que eu personalizei o macbook na compra, feita na Austrália, de modo que a data que constava no sistema apple era a data do pedido, e não a data de quando os "correios" entregaram. Quando eu fui na autorizada, já tinha passado o prazo contando da primeira data. Expliquei o que rolou, me pediram a nota, eu mostrei só uma foto no celular, e a autorizada providenciou a troca. Em resumo: a empresa até pode exigir uma prova da data da compra, mas não pode especificar qual. No caso da Apple, como ela própria tem um sistema que permite ver exatamente quando e onde o produto foi comprado, só poderia exigir outra prova no caso de discrepância, como ocorreu comigo. Já vi algumas pessoas falando que a nota fiscal é a prova da propriedade... Outro erro. No direito brasileiro, a prova da propriedade de bem móvel é a posse. É por esse motivo que não precisamos sair com a NF ou outra prova de que somos os verdadeiros donos das nossas roupas, calçados, celular, relógio, notebook, etc, sem correr o risco de sermos abordados por alguma autoridade na rua.
  14. Posta uma foto do plug P2 e do adaptador aí pra gente ver.
  15. A premissa da minha resposta anterior está errada. Meu MPB não tem a porta de áudio combinada como eu tinha entendido de diversos documentos da apple e nas específicações do modelo em outro site (everymac), que estava incorreta. Aí olhei também as specs dos mac mini e parece nunca teve essa porta combinada. Pelo que vi, até o modelo de 2014 tinha duas portas separadas, que foram substituídas pela saída simples de fone de ouvido no modelo atual, igual dos MBP. Portanto, nossas duas máquinas não têm porta line in direto. Parece que dá pra burlar isso, usando um adptador ou cabo com macho P3 (com 4 contatos, igual dos fones dos iphones mais antigos), que separa em duas fêmeas a entrada de microfone (usada pelos headsets) e a saída stereo. Não sei se fica boa a qualidade, mas a outra opção seria só as interfaces mesmo, pelo jeito.
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