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  1. 40 Beautiful Web Design Portfolios Google Tradutor É engraçado que um web designer da carteira - indubitavelmente o mais valioso instrumento de marketing - é geralmente negligenciado e horrivelmente desatualizado. Sei que é meu. Fiquei realmente a rever a minha carteira comichão site por meses agora. Embora não me importo o layout atual, ela não tendo nunca quis ser temporário. Como é normalmente o caso, é só uma questão de ter o tempo para fazer o certo. Para dar o pontapé de saída que eu coletadas 40 bonito design web carteiras que por uma razão ou outra soprou-me embora. Alguns são para grandes empresas, enquanto outros são individuais para freelancers como eu. Esperemos que isto irá inspirar aqueles de nós negligenciamos os nossos portfólios de sair e começar a projetar nossa traseiros. Sofa http://www.madebysofa.com/ Josh Tilton http://www.joshtilton.com/ C-Graphics http://ceegraphics.com/ Ayush Saran http://www.ayushsaran.com/ Shannon Moeller http://www.shannonmoeller.com/ Vitor Lourenco http://www.vlourenco.com/ Giant Creative http://madebygiant.com/ 0at http://0at.org// WP Coder http://wpcoder.com/ Mais aqui Wellmedicated
  2. Jovens profissionais ignoram restrições do uso da tecnologia nas empresas Jovens nascidos entre 1977 e 1997, enquadrados portanto na "geração millennial", não estão nem aí para as restrições de uso da tecnologia impostas pelas empresas em que trabalham. Para sermos mais exatos, muitos deles nem conhecem essas regras. Não pode usar o celular durante o trabalho? É proibido acessar o Orkut e o MSN? Para eles nada disso importa. Driblar essas regras é fácil e comum. Aliás, se a empresa levar mesmo a proibição a sério, é bem provável que o millennial recuse a oferta de trabalho. Esses são os resultados de um estudo da consultoria Accenture. Segundo a pesquisa, 52% dos millennials desistiriam de um emprego restritivo demais, e 60% deles não conhecem as restrições da própria firma em que trabalham. As diferenças entre expectativas e realidade são as causas da desobediência às proibições. O conflito acontece porque os jovens discordam das políticas de produtividade das empresas. De um lado, a maioria das empresas ainda considera que comunicadores instantâneos e redes sociais interferem negativamente na produtividade de seus empregados, enquanto os jovens pensam o oposto e esperam também que as empresas adotem seus computadores e aplicações preferidas até mesmo para a comunicação com os clientes. Pode ser que essas reivindicações ainda não façam sentido, como consideram as companhias mais tradicionais. Mas é bom ficar de olho nas tendências. A pesquisa mostra também que o uso do e-mail entre os millennials mais jovens é bem menor que entre os mais velhos, e que, em contrapartida, o uso de SMS, mensageiros instantâneos e redes sociais vem crescendo exponencialmente. Exatamente as formas de comunicação não suportadas pelas empresas. A óbvia prospecção é que as companhias terão, mais cedo ou mais tarde, que se adaptarem aos novos costumes, se não quiserem ficar na Idade da Pedra da Era da Informação. [Read Write Web], via [Idéia 2.0] BandTec
  3. As nove vidas dos gatos Por mais estranho que seja, o que vou discutir sobre os gatos tem um bom fundamento científico. E não, ninguém ficou arremessando gatinhos pela janela para calcular o estrago, simplesmente se valeram de registros veterinários de atendimentos em emergências. Baseados nos registros de quedas, vemos algo muito curioso. A regra “quanto mais alto, pior” não é verdade. Aliás, o gato que caiu da maior altura sobreviveu a uma queda de 32 andares no concreto, noventa metros de queda livre, passou dois dias em acompanhamento e saiu com um dente lascado. Vou parar de enrolar e colocar o gráfico de machucados por número do andar para vocês entenderem - e perceberem que o Diogo acertou em cheio! A maioria (90%) dos gatos do estudo sobreviveu. Os traumas mais comuns dos que morreram foram choque e trauma toráxico. Como dá para perceber pelo gráfico, a frequência dos machucados vai aumentando conforme a altura, mas ao invés de continuar e estabilizar em 100% - como aconteceria se estivéssemos falando de pessoas caindo e não gatos - ele começa a descer! Os piores andares para um gato cair (para a tristeza do Igor Santos) são entre o sexto e o oitavo. Não são todos os animais que precisam ter medo da gravidade. Na verdade a imensa maioria deles - em número e diversidade - não precisa. O estrago que sofremos ao aterrisar depende de duas coisas, a força que resulta da massa do animal e da aceleração, no caso a gravidade - F=MxA. A outra é a superfície onde essa força é distribuída. Aqui é que mora a diferença. Quanto maior o animal, mais pesado ele é, mas a superfície que ele ocupa não aumenta proporcionalmente. O volume determina o peso do animal, portanto a força que ele exerce quando cai, aumenta em três dimensões, ao cubo. Já a superfície do animal aumenta em duas, portanto ao quadrado. Quanto maior a relação superfície/volume, mais resistência do ar o animal encontra e menor a velocidade final dele durante a queda. Basta pensar numa folha de alumínio caindo aberta ou amassada. Por isso formigas, besouros, aranhas e inclusive camundongos não precisam se preocupar com a altura. Cair de 20cm ou de 2 mil metros para eles não importa, uma vez que a velocidade final em queda é baixa e eles distribuem o impacto por uma área relativamente maior. Enquanto isso, qualquer quedinha para o elefante é perigosa. Quando um gato cai, sua velocidade terminal (a velocidade máxima em queda) é de aproximadamente 100km/h, e o impacto é distribuído entre as 4 patas, graças ao sistema vestibular, o eficiente giroscópio deles que permite ao gato virar durante a queda e cair quase sempre em pé - daí a diferença entre um gato e um cachorro caindo. Já nós humanos atingimos uma velocidade terminal de 200km/h e caímos ou de cabeça ou sobre as pernas, de maneira que as feridas mais letais são hemorragias internas e traumatismos cranianos. Quando o gato começa a cair, estica as patas e as tensiona. Quando a altura é maior - o caso dos andares mais altos- o gato tem tempo suficiente para relaxar os seus membros e deixar as patas mais paralelas ao corpo, aumentando sua superfície, diminuindo a velocidade terminal e distribuindo mais o impacto. Ao deixar as patas se flexionarem, elas absorvem melhor a força, como a sola de um tênis de corrida. Um dos ferimentos mais comuns em gatos que sofrem quedas é a mandíbula quebrada, pois o corpo relaxa como um todo e o queixo bate no chão. O passado de escaladores de árvores fez sua parte, quem explica as nove vidas dos gatos é a evolução. Fonte: Diamond, Jared. “Why Cats Have Nine Lives.” Nature. Vol. 332 (14 April 1988): 586-587. doi:10.1038/332586a0 Rainha Vermelha
  4. Só para poder contrariar os argentinos O Bobagento( http://bobagento.com/ ) me convidou a contrariar os argentinos em seu próprio solo, manipulando uma enquete sobre quem irá ganhar a medalha de ouro no futebol olímpico masculino. Obviamente que os pretensiosos argentinos acham que são eles, e por isso a Argentina está disparada na frente. Portanto é se tornou dever cívico contrariar a previsão dos nossos hermanos. http://www.ole.clarin.com/diario/hoy/index.html Sedentário & Hiperativo http://www.sedentario.org/internet/so-para...argentinos-7336
  5. Olá, Pessoal estou pesando em compra um iMac e gostaria de saber se é possível instalar o Windows Server 2008 via Boot Camp ou virtualmente pelo Parallels e Vmware Fusion? Obrigado!!!
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