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Rafael Cresci

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  1. Faz todo sentido, principalmente nos EUA. Vendem pelo preço que querem e que as pessoas estão dispostas a pagar; o negócio é que estas operadoras MVNO não ganham nada com a venda de aparelhos em si e sim apenas com os serviços, por isso elas tentam prender você à elas não por contratos longos (como AT&T, TMo ou Sprint) mas sim por aparelhos bloqueados e serviço mensal. E nos EUA é perfeitamente legal vender aparelho bloqueado, e as operadoras sempre se utilizam destas vantagens. Já paguei preço full em aparelho na AT&T e o mesmo veio bloqueado, porque todos os aparelhos da AT&T vêm bloqueados independente do preço que você pagou (só comprando na Apple Store pra vir desbloqueado). Na AT&T eles só desbloqueiam seu aparelho após o término do contrato inicial. No-Contract é completamente diferente e independente de Unlocked. A vantagem competitiva da ST ou NET10 é que vendem o aparelho pelo mesmíssmimo preço que AT&T ou Sprint ou TMo, mas não seguram os clientes em contrato de 2 anos e a mensalidade em geral é mais barata. Pra quem mora lá, continua sendo mais vantagem.
  2. Vamos lá: Eu aprendi a reduzir minha vida digital em tamanho (e a depender de storage externo, e aprendi a me controlar) com os seguintes truques: a) Documentos ficam na nuvem (Box.net, Dropbox, Google Drive, Skydrive, pode escolher) e obvio replicados localmente, mas isso não ocupa nem 5GB no HD. Fotos vão para Facebook e/ou Flickr c) Quase não faço videos, não edito fotos. Uso muita RAM, os 4GB pra mim em geral estão fazendo swap/engasgando por isso troquei pra 8G recentemente. d) O conteudo maior em tamanho mantenho no Airport Extreme de casa, e raramente acesso o conteudo dele pelas minhas proprias estatísticas. Tenho um Extreme em colocation dentro de um datacenter também "só pro caso" e pra ter uma redundanciazinha e não confiar só na nuvem. e) iTunes Match e Google Music removeram minha necessidade de espaço pras musicas/iTunes, tá tudo no iCloud agora. Mantenho uma cópia das músicas num iPod Touch 4a geração que tenho só pra desaluviar (e tem uma cópia das músicas no Airport também). Isso também reduziu minha necessidade de storage no iPhone e iPad e posso comprar os modelos entry-level de 16GB ao invés de ter de desembolsar mais por causa de storage de dados. f) Não sincronizo apps dos iGadgets com o desktop. g) Limpar de vez em quando o HD (com o Spacie por exemplo) faz bem à saúde do mac, nem por liberar espaço, mas por deixar o acesso mais rápido de certa forma. Ao invés de rodar em dual boot eu tenho um Parallels onde dentro rodo o Win8 quando estritamente necessário (nota fiscal eletronica, certificado digital A3 que a maldita certisign não tem driver pra Mac, viewers da Citrix XenServer e vmware vSphere Console que são ferramentas profissionais) e ele não ocupa muito. Meu total são 6 GB de aplicações Mac + 40GB de VMs (tem a VM com o Win8 de 30GB acho mas tem outra de testes com Ubuntu e outra com ChromeOS e outra com Android x86). Assim, 64GB até cabe pra mim, mas fica apertado; e 128GB dá e sobra espaço, a menos que eu precise de alguma operação profissional onde deva-se copiar ou bufferizar algo no meu SSD (nem pensar em HD, muito lento para iniciar apps). Outro item que eu tenho levado em conta: eu viajo sempre pra fora do país e sou heavy user do laptop/tablet/telefone (eu trabalho com Internet). Logo, estou sempre vendendo o que tenho como usado imediatamente antes da próxima viagem, o ciclo de vida de um iDevice na minha mão raramente passou de 1 ano. Cada vez que viajo, compro tel, note e ipad novos e a vista com o dinheiro da venda dos anteriores. Assim, vendo usado pelo preço que comprei la fora meses antes, aqui no Brasil, que ainda é bem justo em relação ao preço de um novo; não perco meu capital e estou sempre renovando e tendo a versão mais nova do MB Air/Pro sem depreciar o valor (não perco dinheiro como quem compra carro). Com isso, é extremamente importante pra mim que o reload/reformatação do sistema operacional quando eu compro uma maquina nova seja rapido, e eu sempre consigo configurar e instalar tudo o que preciso em menos de 8h (exceto o download da VM do Win8 que varia conforme o local e conexao de onde estou). Nisso a Apple nunca me decepcionou, o setup sempre foi bem rápido e prático. Tudo isso, pra resumir: espaço em disco é puramente psicológico. Você não precisa se tornar dependente de storage. A menos que você seja um designer gráfico, editor de vídeo, ou tenha 5PB de bootlegs que não pode/não quer subir pro iTunes Match.
  3. A MS não disponibiliza IMAP no Outlook.com, mas disponibiliza o ActiveSync. Em plataforma móvel, tudo suporta o ActiveSync. E, tcharã, no MS Office Outlook 2013, este terá suporte a ActiveSync também (mesmo no desktop). Nada de coincidência...
  4. Vocês não estão levando em conta _todos_ os impostos. Primeiro: ao estabelecer uma pessoa jurídica aqui, a Apple Brasil passa a pagar Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (15%) sobre o lucro dela no Brasil (além do IR que ela paga para os EUA), e o ICMS, além do Imposto de Importação. Fora isso, ela tem as suas despesas EXTRAS próprias de existência no Brasil (funcionários, escritórios, assistência técnica) que é o lucro/vendas da Apple Brasil que tem que cobrir, e não a matriz. Segundo: para conseguir ter revendas (e ela precisa porque não tem presença maciça no país) ela não pode vender diretamente mais barato que a revenda (Fast, FNAC, etc). Para isso, ao vender diretamente para o consumidor final na Apple Store, ela tem que embutir em seus preços praticados diretamente os impostos que acontecem quando a distribuidora Apple vende para as revendas revenderem, ou seja, novamente o ICMS e IPI (não esqueça que nesta m* de país os impostos são cascateados e aplicados múltiplas vezes, e não apenas cobrados ao consumidor final, como é nos EUA). Ela poderia muito bem remover estes impostos e vender mais barato que os distribuidores, mas aí estes desistiriam de ter a Apple em sua carteira de produtos (porque comprar de um distribuidor se vc pode comprar diretamente do fabricante a um preço menor?). Terceiro: Nos EUA, os preços para distribuidores são em geral 20% a menos que o preço de tabela (segundo um amigo meu que foi revendedor ou trabalhou para uma revenda lá). Logo, a Apple US vende para a Apple Brasil com 20% de desconto, se considerarem que a Apple BR é um distribuidor como qualquer outro ao invés de filial. Tem-se de entender que a separação das pessoas jurídicas Apple BR e Apple US é uma realidade e às vezes é essencial (apesar de atrapalhar). Tem suas vantagens e desvantagens. Quarto: mesmo se a Apple mandasse as peças direto da China pra fabricar aqui e assim se isentasse de boa parte dos impostos cascateados (caso dos iPhones nacionais), os custos de mão-de-obra no Brasil são infinitamente superiores aos custos de montar na China mesmo. Isso é o que consegui lembrar, pode ter mais coisa envolvida... Vocês não estão levando em conta _todos_ os impostos. Primeiro: ao estabelecer uma pessoa jurídica aqui, a Apple Brasil passa a pagar Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (15%) sobre o lucro dela no Brasil (além do IR que ela paga para os EUA), e o ICMS, além do Imposto de Importação. Fora isso, ela tem as suas despesas EXTRAS próprias de existência no Brasil (funcionários, escritórios, assistência técnica) que é o lucro/vendas da Apple Brasil que tem que cobrir, e não a matriz. Segundo: para conseguir ter revendas (e ela precisa porque não tem presença maciça no país) ela não pode vender diretamente mais barato que a revenda (Fast, FNAC, etc). Para isso, ao vender diretamente para o consumidor final na Apple Store, ela tem que embutir em seus preços praticados diretamente os impostos que acontecem quando a distribuidora Apple vende para as revendas revenderem, ou seja, novamente o ICMS e IPI (não esqueça que nesta m* de país os impostos são cascateados e aplicados múltiplas vezes, e não apenas cobrados ao consumidor final, como é nos EUA). Ela poderia muito bem remover estes impostos e vender mais barato que os distribuidores, mas aí estes desistiriam de ter a Apple em sua carteira de produtos (porque comprar de um distribuidor se vc pode comprar diretamente do fabricante a um preço menor?). Terceiro: Nos EUA, os preços para distribuidores são em geral 20% a menos que o preço de tabela (segundo um amigo meu que foi revendedor ou trabalhou para uma revenda lá). Logo, a Apple US vende para a Apple Brasil com 20% de desconto, se considerarem que a Apple BR é um distribuidor como qualquer outro ao invés de filial. Tem-se de entender que a separação das pessoas jurídicas Apple BR e Apple US é uma realidade e às vezes é essencial (apesar de atrapalhar). Tem suas vantagens e desvantagens. Quarto: mesmo se a Apple mandasse as peças direto da China pra fabricar aqui e assim se isentasse de boa parte dos impostos cascateados (caso dos iPhones nacionais), os custos de mão-de-obra no Brasil são infinitamente superiores aos custos de montar na China mesmo. Isso é o que consegui lembrar, pode ter mais coisa envolvida...
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