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Alan Leitão

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  1. Exato. Pode ser um acesso remoto. Além de trocar a senha, o ideal seria configurar o firewall do sistema para não permitir conexões de entrada além de rodar o malwarebytes (o sugerido pela Apple) para verificar se há algum malware instalado. Caso não seja nada, na melhor das hipóteses, ele vai ter uma mãe ligeiramente frustrada.
  2. Se você acredita que tem acesso não autorizado acontecendo na sua máquina, porque simplesmente não troca a senha e aguarda para ver o que acontece?
  3. Exatamente como comentado pelo @marcelo.juliani. Entrei para escrever exatamente isso mas ele já havia pontuado. Uso toda a suíte Adobe em um Mac com o Mojave e com APFS sem problema algum.
  4. Sua empresa assinou o Microsoft 365? Se sim, é só instalar o OneDrive e selecionar as pastas que quer sincronizar, após isso clique com o botão direito nas pastas que quer manter "apenas na nuvem" e selecione a opção "Liberar espaço". Assim o OneDrive mantém "atalhos" para os arquivos que são baixados de acordo com a necessidade e novamente transformados em atalhos depois de um tempo sem uso.
  5. Em tempo, espero que esteja bem. Minha esposa foi roubada, levaram o iPhone SE dela e isso a abalou bastante porque também foi violento. Ouvi dizer que aqui no RJ a badidagem consegue desbloquear iphone com trava de iCloud e até reprogramar o imei dele. Tem desse tipo de serviço anunciado aos montes no centro da cidade.
  6. A senha de autenticação dos dois fatores é enviada para os dispositivos confiáveis. Se seu iPhone era o dispositivo confiável, ele recebe o código. Uma possibilidade é exatamente como já comentado e que seu desbloqueio de tela estivesse liberado e eles acessaram a sua senha em algum aplicativo onde você as a anotasse. Por acaso você salvava suas senhas em algum aplicativo? E como acessou o buscar iphone na polícia sem o código de verificação de duas Etapas? A forma que você usou na polícia foi a mesma que eles usaram.
  7. Qual o seu perfil de uso? Quando não estou editando, estou usando o Magic Mouse e ele fica ligado o dia inteiro, somente desligo à noite. Nesse perfil, com pilhas alcalinas, dura 30 dias mais ou menos. Se o perfil for igual, vou comprar essas pilhas recarregáveis.
  8. Respondendo a sua pergunta de forma rápida: diminuindo a taxa em bits por segundo na compressão do vídeo e do áudio. Para responder de forma mais completa, segue um textão abaixo. Se quiser ignorar, vai fundo. Caso queira ler, então "senta que lá vem história"... Compressão de vídeo e áudio é, de forma muito leiga, jogar fora o que os olhos não vêem e os ouvidos não escutam. Ridiculamente simples resumindo, mas o conceito por trás disso é complexo pra caramba e nem é o objeto do que vou escrever aqui. Basta dizer que o tamanho final do arquivo vai depender de alguns compromissos como qualidade e tempo de compressão e para entender de forma simples precisamos estabelecer algumas constantes. Dessa forma, vou fazer uma afirmação polêmica mas que é provada com o poder da matemática: "Não importa a resolução do vídeo, a quantidade de quadros por segundo e muito menos o CODEC de vídeo usado. O tamanho do arquivo será definido pela taxa de bits na compressão dele". É uma afirmação simplória que ignora alguns conceitos, mas você vai entender mais abaixo porque ela é válida. Geralmente é nesse momento que os produtores de conteúdo querem me bater... Vamos tomar por exemplo um formato comum em emissoras de TV atualmente: o Sony XDCAM HD fase 3. Esse formato trabalha com um CODEC MPEG2 Long-GOP com taxa fixa (CBR) em 50 Mbps (Megabits por segundo) para vídeo. Vamos usar ele como base. Vamos tomar também como base o sinal de TV do SBTVD (Sistema Brasileiro de TV Digital) para definir resolução e taxa de quadros apenas para efeito de cálculo. Esse sinal dita que o vídeo transmitido pela emissora tem resolução de 1920x1080 com 30 quadros por segundo entrelaçados, que alguns editores de vídeo apontam como 1080/59,94i onde o 59,94 seria a frequência vertical do vídeo. Esses 30 quadros são arredondados, o correto seriam 29,97 quadros por segundo, mas você vai perceber que isso pouco importa para as contas. Agora vamos fazer algumas contas: A taxa de vídeo é de 50 Mbps CBR e o padrão citado diz que são 30 quadros por segundo, ou seja, 30 quadros (independente da resolução) terão que ser comprimidos em uma taxa total de 50 Mb. Um vídeo de 1 minuto tem 60 segundos, então a conta para saber o tamanho de um vídeo de um minuto nesse cenário é: 50 Mbps x 60 segundos=3000 Mb (Megabits). Dividindo por 8 para converter para MB (Megabytes), daria um total de 375 MB de espaço ocupado para cada minuto de vídeo (sem considerar áudio). E se fizermos a conta com vídeo SD, também padronizado (720x486 a 30 quadros por segundo entrelaçados)? Para isso temos que usar como padrão uma compressão comum da época. Para efeito de exemplo, vamos usar também um formato comum em emissoras de TV: Sony IMX 50, ou Sony XDCAM fase 1. Esse formato também usa taxa de 50 Mbps CBR para vídeo, ou seja, a conta é a mesma! 50 Mbps x 60 segundos=3000 Mb (Megabits). Dividindo por 8 para converter para MB (Megabytes), daria um total de 375 MB de espaço ocupado para cada minuto de vídeo (sem considerar áudio) - copiado e colado de cima. Independente da resolução e do CODEC, o tamanho final é o mesmo. Lembrando que para efeito de cálculo ignoramos o áudio e os cabeçalhos dos CODECS. A regra acima vale para o áudio também. Se a taxa de bits na compressão for a mesma e a quantidade de canais de áudio for igual, o espaço ocupado pelo áudio será igual. Pequenas variações irão ocorrer por conta dos cabeçalhos dos contêineres e dos CODECs. A resolução do vídeo e a taxa de quadros só entram na conta se você quiser estabelecer a taxa de bits na compressão para o seu objetivo, ou seja, eles só são realmente importantes nas contas (que se tornam muito mais complexas) caso você ainda não tenha uma taxa de compressão definida e esteja trabalhando para definir que taxa usar no seu projeto, pesando tamanho do arquivo, qualidade, tempo de compressão, tempo de distribuição, etc... Nesse caso, o que vai acontecer é exatamente a dúvida que vem a seguir. Então porque geralmente vídeo HD ocupa mais espaço que um vídeo SD se nas contas dá pra fazer do mesmo tamanho? A explicação, jovem Padawan, é porque geralmente usam taxas diferentes, mais altas no HD. No exemplo, foram usados formatos profissionais desenvolvidos por uma empresa gigante especializada no assunto, mas quando vamos falar de mundo real, o compromisso muda e os CODECs não podem ser caros para não aumentar o custo dos equipamentos e não podem ser complexos senão precisaríamos de servidores NASA-Like para assistir/editar esses conteúdos. Nos primórdios dos vídeos em HD, para editar era necessário computadores muito mais poderosos que a média comercializada no mercado. Hoje, qualquer coisa edita em HD sem problemas, inclusive com CODECs profissionais como os citados acima. O comum no começo do vídeo HD era usar os CODECs já estabelecidos, mais simples. Eles foram adaptados para a resolução mais alta e trabalhavam com taxas mais altas para manter uma qualidade satisfatória. Observe que um vídeo SD tem 345.600 pixels por quadro, sendo 30 quadros por segundo então temos 10.368.000 pixels em um segundo. Já no HD são 2.073.600 pixels só em um quadro, em um segundo são 62.208.000 pixels. Ou seja, usar a mesma taxa faria com que o vídeo HD tivesse maior resolução, mas menos qualidade por pixel que o SD, impactando na qualidade geral do vídeo armazenado, dado que em HD, com a mesma taxa de compressão, seria necessário comprimir mais pixels nesse um segundo, ou seja, os pixels seriam mais comprimidos para caber na mesma "caixinha". E olha que estamos considerando um vídeo com 30 quadros por segundo... Tudo isso aí piora se o vídeo HD subir para 60 quadros por segundo! Ou seja, quando a quantidade de pixels aumenta, é necessário aumentar a taxa para manter a qualidade do pixel igual, por isso um vídeo HD "consome" mais espaço porque a taxa usada é maior. É aí que entram os CODECs diferentes, como no exemplo. Se a taxa dita o tamanho, porque usar H.264 produz um arquivo menor que um MPEG? A resposta é eficiência. CODECs mais modernos conseguem, através de diversas técnicas, comprimir com maior qualidade do que CODECs mais antigos. De forma prática, eles entregam qualidade superior com a mesma taxa. No exemplo acima, O XDCAM HD fase 3 é um CODEC mais eficiente que o XDCAM HD fase 1, e com a mesma taxa foi possível entregar o vídeo com a mesma qualidade por pixel, mesmo sendo mais pixels por quadro e consequentemente mais pixels por segundo. Ou seja, aumentou a resolução, ocupando o mesmo espaço, sem perder qualidade no pixel. Mas e se a qualidade que eu tenho já é satisfatória, pra que produzir CODECs mais eficientes? Simples: com maior eficiência eu posso manter a mesma qualidade com taxas menores. Ou seja, um CODEC H.264 com taxa mais baixa entrega a mesma qualidade que um MPEG com taxa mais alta, lógico, respeitando diversas regras porque há limites. Se ambos forem ajustados para a mesma taxa, o H.264 entregará um resultado final muito superior ao MPEG, novamente respeitando diversas regras. Resumindo: se o seu compromisso for capacidade de armazenamento, usar um CODEC mais eficiente permite ter o vídeo com a mesma qualidade ocupando menos espaço e se o seu compromisso for qualidade, esse CODEC mais eficiente permite ter um vídeo de maior qualidade armazenado no mesmo espaço que o CODEC menos eficiente ocupava. Como exposto, aumentar a resolução e a quantidade de quadros por segundo mantendo o mesmo CODEC e a mesma taxa de bits por segundo na compressão não vai resultar em um arquivo maior, assim como diminuir a resolução ou a quantidade de quadros por segundo mantendo o mesmo CODEC e taxa de bits por segundo também não resultará em um arquivo menor. O que vai acabar ditando o tamanho do arquivo (e a qualidade do que está armazenado) é a taxa de compressão! Obviamente há várias coisas que impactam diretamente na eficiência da compressão como o tamanho do GOP e taxa de compressão variável (VBR), mas já estaríamos entrando em conceitos muito mais avançados que não são úteis para o seu objetivo final. Espero que tenha ajudado na sua dúvida.
  9. Só não esqueça de habilitar o trim no terminal com o comando "sudo trimforce enable". De resto, siga as recomendações acima e seja feliz. Pense apenas no Fusion Drive: caso opte por ele, as duas unidades físicas serão unidas em uma só lógica. Se qualquer um dos dispositivos falhar, é perda de todos os dados armazenados nos dois dispositivos. Sem fusion drive, só se perde o que está na unidade que falhou. Backup sempre é importante, com fusion drive mais ainda.
  10. Mudar a estrutura de pastas durante a sincronização deve ser o causador do problema, mas isso não justifica apagar tudo, simplesmente deveria indicar um erro de inconsistência, onde você escolheria o que fazer. Está parecendo que o iCloud Drive estava ativado no seu computador e, no momento da mexida na estrutura de pastas, ele deve ter enviado um comando para apagar o conteúdo do servidor. Particularmente eu não gosto do método de funcionamento do iCloud Drive. O conteúdo tem que estar espelhado entre os seus dispositivos e a nuvem. Nesse cenário eu prefiro usar o OneDrive da MS que permite ter os arquivos no servidor deles e apenas um alias dos arquivos no computador. Com esse alias, o arquivo é baixado sob demanda. Penso que você deveria cobrar uma solução da Apple, mesmo que seja em tcook@apple.com, mas escreva o e-mail em inglês.
  11. Depois nos dá um Feedback de quanto tempo dura uma carga completa no Magic Mouse. Porque se essas pilhas forem de 1,2V eu duvido que durem mais do que pilhas alcalinas.
  12. Instala o Moon e seja feliz. Disponível na Mac App Store.
  13. Rapaz, os testes de velocidade do EAQ ou do Speedtest são executados entre a sua máquina e o servidor de teste com menos saltos e menor Ping possível. Essa configuração sempre retorna a melhor performance, geralmente próximo do contratado. No mesmo Speedtest, selecione manualmente um servidor de teste no Japão e perceba que a velocidade vai cair consideravelmente. A velocidade contratada é sempre entre a operadora e o cliente, mas e a velocidade entre a operadora e os serviços que você usa não há como garantir. A única forma de garantir total velocidade de acesso em qualquer serviço seria se sua operadora fizesse um cache da internet inteira na estrutura deles, o que obviamente é impossível. Além disso, as operadoras executam algumas técnicas como NAT, traffic shaping, compartilhamento da sua rede com público em geral, além de equipamentos de baixa qualidade. Muitos fatores podem explicar a diferença que você percebe.
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