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Alan Leitão

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Posts postados por Alan Leitão


  1. Já tentou digitar o nome da conta (aquele que aparece na pasta home do seu usuário) e a senha?

    Se não conseguir, há tutoriais na internet para entrar no sistema com root (super usuário). Lá você consegue descobrir todos os usuários cadastrados no sistema, com seus nomes, contas e inclusive remover a senha. Se decidir ir por esse caminho, logo após resolver o problema não esqueça de desabilitar o usuário root exatamente para evitar que façam o que você fará.


  2. 21 horas atrás, Mayconfones disse:

    Acabei me apertando, e devido ao "problema" dos componentes soldados. Fechei um macbook pro touchbar 2019, por 6k. com 7 meses de garantia ainda. Agora estou analisando o apple care, nao sei como funciona direito. Acham que vale a pena? Me falaram pra pegar de alguem la fora, como funciona isso?

    Adquirir o AppleCare é importante. Independente de comprar aqui ou fora do país, o procedimento é o mesmo: você receberá uma caixa, com um código, que você acessará um site e irá atrelar esse código com o seu produto. Pronto, garantia de 3 anos.

    Comprar fora do país pode ser vantajoso financeiramente.

    Agora, atente para o que eu escrevi e confira se ainda é assim. O último AppleCare que comprei tem quase 5 anos.


  3. 2 horas atrás, Mayconfones disse:

    Opa, blz alan? Então, eu cogitei alguns dell, ou samsung, o problema é a desvalorizaçao. Se for pegar um decente, sai na casa de quase 3k. E daqui 1 ano nao se consegue nem 2k neles. O ultimo mac que tive foi um retina 2014, que depois de quase 2 anos de uso, nao perdi nem 500 reais. Então, um fator que considero muito, é o poder de revenda e desvalorizaçao. E em relaçao ao teclado, ambos que citei sao propensos a dar problema no teclado? Tem recall? Como funciona?

    Entendo a questão do valor, mas o custo de aquisição também ẽ bem elevado, mas sim, eles mantém muito do valor porque são "objetos de desejo". Não vejo nada de mágico neles, pra mim o único diferencial é o macOS.

    Todos os modelos que tem o teclado borboleta já saem da caixa com recall. Conheço pessoas que usaram a máquina por dias e já tiveram problemas. Ele funciona de uma forma simples: se apresentar problema, a Apple substitui a top case inteira (gabinete superior, teclado, bateria e trackpad), mas há de observar que eu presenciei uma situação onde a Apple negou o atendimento: um computador com dano no top case (amassado) grande. Eles exigiram que o "problema" fosse consertado antes de atender em recall. Como vai comprar uma máquina usada, atente para que ela não tenha nenhum defeito antes de fechar.


  4. Quanto aos upgrades: CPU, GPU e memória, esqueça. Tudo soldado.

    SSD: é possível trocar, mas se você já tem um instalado, não há necessidade. O sintoma descrito não parece problema de armazenamento.

    Já tentou fazer um reset da PRAM? Após muitas atualizações e "desatualizações" do sistema, sempre vale esse procedimento. Costuma resolver muitos problemas esquisitos porque os parâmetros do hardware e de inicialização do sistema ficam salvos nessa memória.

    Já quanto a troca da bateria, essa exige o reset do SMC. É mandatório ao trocar esse componente, para redefinir os ajustes do controlador de energia para o componente novo.

    Uma boa também é abrir essa máquina e trocar a pasta térmica que já tem 10 anos por uma nova. Limpar os ventiladores do sistema e desobstruir as entradas e saídas de ar também é uma boa prática.

    Infelizmente nos sistemas mais novos eles acabam consumindo muito mais RAM, mesmo no primeiro boot. Também percebo esse comportamento no meu Macbook Pro Retina 2015, mas como conto com 16 GB de RAM, ainda está dentro do tolerável.

    Uma pergunta: sua atividade profissional exige o uso do macOS? Para essa máquina acredito que o Linux Mint deva ser uma opção melhor atualmente. Funciona tudo e dá uma nova vida para a máquina. Eu estou experimentando ele aqui e estou surpreso com a melhora da performance da máquina. Só não saio do macOS por causa da suíte Final Cut (Pro X, Motion e Compressor), mas para o dia-a-dia, só tenho usado o Linux.


  5. Sugestão: faça três orçamentos de conserto, um na autorizada da Apple e dois em assistências independentes de qualidade (tipo a Gtech Informática, a Game Tech Zone ou a Mac Services) e calcule uma média do valor do conserto. Depois diminua esse valor do valor médio da tabela de usados aqui do MacMagazine ( https://macmagazine.uol.com.br/usados-apple/ ). Lembrando que o valor da máquina levará em consideração a configuração original, ou seja, a máquina de entrada tem seu valor mais próximo do valor mínimo, a máquina na configuração top tem seu valor mais próximo do valor máximo.

    Acho que é a forma mais clara de precificar um produto com defeito. Assim o possível comprador tem uma noção de quanto a máquina vai custar no total e decide se vale à pena ter o trabalho do conserto.

    Se você considerar que o valor não lhe parece justo, veja o tutorial de desmontagem dessa máquina no site da iFixIt e venda as peças que tem valor (como tela, top case completa se a bateria estiver boa, fonte) separadamente. Pode ser vantajoso financeiramente, mas pode demorar mais para entrar o dinheiro.


  6. Amigo, seja bem vindo ao fórum.

    Vou comentar as observações na ordem.

    1- É uma meia verdade. Alguns modelos de Macbook Pro tinha interface SATA1 no lugar do SuperDrive, o que causa sim uma perda de performance do SSD nessa interface, porém isso foi mudado nas versões mais recentes que foram lançadas antes do SuperDrive ser descontinuado. Se não me engano, nos últimos modelos (seu caso) essa interface já era SATA3, igual a do HDD, portanto não haveria diferença.

    2- O HDD pode ser retirado e instalado em qualquer posição. O problema do sensor de temperatura dos HDDs sendo usados pelo sistema para determinar a velocidade dos ventiladores do sistema é nos iMacs.

    Para ter certeza de que o seu SSD está com a máxima performance clique no menu da maçã com a tecla option pressionada, selecione "Informações do sistema", vá até a aba armazenamento e lá verifique a velocidade negociada da conexão do seu SSD. Se estiver em SATA3 (6 Gbps), nada a se preocupar.


  7. Rapaz, com nota sem dúvida. Garantia de procedência e de que o aparelho não está "sujo de sangue".

    Agora, se me permite a provocação, tem que ser um Macbook? Pelo que você descreveu, um notebook mediano novo, com 1 ano de garantia, com Windows, já te atenderia.

    Nesses aparelhos garantia é tudo. Pensa que esses Macbooks já estão fora da garantia e qualquer conserto neles é o preço de um notebook básico. Neles você não troca SSD e memória. Se der problema, só uma placa lógica nova. O top case é construído de forma que você não consegue trocar bateria, teclado nem trackpad, só o top case inteiro. E ainda tem a questão do teclado borboleta que não é uma questão de "se", mas de "quando" vai dar problema.


  8. Rapaz, não abri as fotos, mas você tem certeza que é problema na GPU?

    Pesquise na internet, há um procedimento que te permite desabilitar a GPU dedicada, fazendo o sistema pensar que ela simplesmente não existe, e então usar a GPU onboard do seu processador o tempo inteiro. Faça esse procedimento e verifique se o problema resolve. Se resolver, deixe, se não resolver, você tem algum outro problema.

    O procedimento é totalmente reversível caso deseje voltar a usar a GPU dedicada.


  9. Por acaso já verificou no Activity Monitor se há alguma tarefa consumindo recursos de CPU da sua máquina?

    Lembre também que a média de tempo que a Apple divulga de duração de bateria é com o brilho em 50%, iluminação do teclado em 50%, bluetooth desligado, wifi com sinal full, navegando na internet com o Safari em sites sem Java, JavaScript e nem Flash, sem reproduzir som e nenhum dispositivo conectado nas portas USB. Ou seja, não é base de comparação.

    A título de informação, o tempo de bateria divulgado para o meu Macbook Pro (Retina, 2015, 15" com GPU dedicada) é de 10 horas. Nunca passou de 5. Fiz o recall da bateria recentemente, recebi uma novinha e a duração não mudou.


  10. Tem todos os sintomas de thermal throttling. Quando a máquina entra nesse estado os componentes (CPU e GPU, memória em menor grau) diminuem sua frequência de operação para evitar a queima do componente em questão. O sistema é inteligente ao ponto de identificar o motivo do thermal throttling (no caso, exigência de uso) e como esse motivo ainda permanece, mesmo com a temperatura mais baixa, o Clock não sobe para evitar que o sistema aumente sua temperatura novamente.

    Resumindo:

    - Você inicia um jogo e sua CPU aciona o TT em 95º, então diminui o clock.

    - O jogo é o motivo do TT.

    - A temperatura baixa para 80º, mas o jogo continua aberto.

    - O motivo do TT continua existindo. Aumentar o Clock faria a temperatura subir novamente.

    - A CPU não aumenta o Clock até o jogo fechar.

    - Ao fechar o jogo o TT é desativado.

    Observe que o regime de TT no macOS é controlado pelo gerenciamento de energia da Apple, enquanto que no Windows é controlado pelo driver fornecido pela Intel. Pode haver diferença de comportamento. Como eu resolvi o meu problema aqui (MacBook Pro retina 2015 - i7 2,8-4,0 GHz, AMD Radeon R9 M370x):

    - Comprei uma tampa inferior no mercado livre e furei na direção dos ventiladores;

    - Troquei a pasta térmica original do computador por uma de qualidade;

    - Comprei e instalei termal pads no heatsink para fazer ele transferir calor para a tampa inferior;

    - Fechei as entradas de ar do Macbook para forçar a entrada de ar fresco pelos furos que fiz;

    - Coloquei pés de 0,5 mm na parte traseira para elevar o Macbook e permitir a entrada de ar mais fácil pelas abertura que fiz.

    Thermal Throttling resolvido. CPU e GPU rodando no máximo 100% do tempo.


  11. Dá uma olhada nos seguintes parâmetros:

    - Densidade de pixels

    - Brilho médio

    - gama de cores

    - Contraste médio

    Se o monitor que você avaliar tiver os valores iguais ou superiores, esse monitor "pode" ser considerado "retina".

    Quanto a temperatura máxima de operação, essa é a temperatura ambiente. Dentro de um cômodo, fora da incidência direta de luz do sol e bem ventilado, ou seja, 35 graus à sombra, é normal.


  12. Minha sugestão: se as ferramentas que você precisa utilizar para editar vídeo tiverem versão para Windows (ou seja, não usa Final Cut Pro X), use o sistema da Microsoft. O Hackintosh vai te dar dor de cabeça com atualizações, versões de software, desabilitar o SIP, kexts modificadas, drivers... Como aprendizado, é super válido. Para usar em uma máquina de produção, vai no já testado pelo mercado e pelos fabricantes / desenvolvedores.


  13. Em 13/12/2019 at 18:12, lucasagain disse:

    Opa blz? Tenho interesse em saber das modificações que você fez, se puder me passar algum link agradeço, tenho um MBP mid 2012 e já coloquei uma pasta térmica condutiva nele e se tiver algo a mais que posso me aventurar gostaria de saber.

    Bom, resumindo:

    Comprei uma tampa extra no mercado livre e furei na direção dos ventiladores do sistema (usei de molde uma grade de alto-falantes). Assim mantive a tampa original para o momento de vender a máquina.

    Apliquei thermal pads sobre o heatsink para transferir o calor dele para a tampa de alumínio, transformando a carcaça em um gigante dissipador de calor.

    Troquei a pasta térmica original por uma Gelid GC Extreme não condutiva, mas uma das melhores nessa categoria.

    Instalei um par de pés de silicone na parte traseira da tampa para elevar e permitir um melhor fluxo de ar.

    Fechei as entradas de ar originais para foçar a entrada pelos furos novos.

    Montei tudo e thermal throttling resolvido. Nos dias mais quentes do verão, aqueles em que a temperatura à sombra fica na casa dos 35º, e com processamento a plena carga acaba ocorrendo, mas a CPU não cai mais para 1 GHz como antes, ela fica na casa dos 3 GHz (com turbo boost ela vai até 3,8 GHz no multi thread, nominal é 2,8 GHz) e a GPU não cai mais para 300 MHz, fica na casa dos 600 MHz (com o Boost ela vai até 800 MHz, nominal é 725 MHz). Nada que usar uma base com ventilador nesse caso específico não resolva.


  14. 13 horas atrás, brunogoulart disse:


    Quando se remove a conta do dispositivo, não remove da sua lista de de aparelhos vinculados a seu Apple ID. O que essa lista apresenta são os que tiveram tiveram a conta logada nele.
    Remover o dispositivo dessa lista acontece manualmente. Ou você simplesmente remove ou então marca que o aparelho foi vendido, sendo assim é liberado o iCloud do iPhone, iPad ou o que seja.
    A grosso modo, o método que citei vai tirar a trava do seu dispositivo. Seu Apple ID não tem mais controle sobre ele. Se o assaltante usou esse método - o que acho pouco provável - a listagem dele continua a sua conta, mas você não conseguirá fazer mais nada. Não há mais vínculo da sua conta a esse dispositivo.
    Não sei se ficou claro agora


    Sent from my iPhone using Tapatalk

    Eu fiz um teste aqui com um iPod Touch 7 removendo ele do iCloud. Eu recebi um e-mail da Apple informando que o dispositivo foi removido e ele sumiu da lista de dispositivos do iCloud. Ele só não some da conta se for reiniciado via DFU Mode e desbloqueado usando uma ferramenta que faz o "by pass" da ativação do iCloud.


  15. Concordo com o colega rafarmoreira, mas complemento com uma questão: durabilidade do teclado. Os modelos de 2015 foram os últimos (até o lançamento do Pro de 16") que tinham teclado "tesoura". De 2016 até os de meados de 2019 tem teclado "borboleta" que dá muito problema.

    Agora, há de explicar uma coisa importante: os MacBooks Pro com processador i5 não tem problema de superaquecimento, já os i7 tem, e muito. Eu tenho um Pro 2015, i7 2,8 GHz e AMD Radeon R9 M370X de 2 GB e ele, originalmente, sofria de Thermal Throttling tão forte que a performance dele era inferior a um i5. Só resolveu depois de algumas modificações um tanto radicais que talvez você não esteja disposto a fazer dado que está entrando nesse mundo agora.


  16. Para quem quer trocar o mapa das teclas de forma personalizada, ou seja, diferente dos mapas pré-determinados do macOS, existe um app chamado Ukelele. Usei ele no meu Macbook com teclado Espanhol. Eu troquei as teclas, comprando elas no Mercado Livre, mas o til sempre ficava numa tecla ao lado esquerdo do Z e ao lado esquerdo do 1 ficava o sinal de parágrafo. Com esse app eu consegui colocar o til no lugar certo, ao lado esquerdo do 1.

    Esse app permite trocar o endereçamento de qualquer tecla do teclado por outro símbolo, adicionando Ç, Ñ, etc nos lugares que quiserem.

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