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  1. Hoje foram anunciados na página oficial os valores da nova linha dos gadgets Apple. Como li alguns escreveram, a sensação é "decepcionado, mas não surpreso". Claramente a Apple tem sua estratégia como empresa de se reposicionar no mercado. Ao mesmo tempo em que se é mais discreto em novidades, usando a mesma base de linha pra baratear os custos de produção, para alguns o custo x benefício já não vale mais a pena. Uma vez que há o caminho inverso da empresa em se tornar acessível e o "não me toque" e "mimimi" ganha força vejo apenas um caminho. Não se comprar mais gadgets da Marca. Consequentemente... ficar mais tempo com o mesmo gadget. Consequentemente... quando chegar a hora de trocar, migrar pra Android/Windows. Consequentemente... uma vez no Android/Windows, alguns serviços como iCloud perderão o sentido, tendo a assinatura cancelada. Consequentemente... fazendo com que os usuários procurem outras soluções e encontrando novas maneiras de se fazer as coisas em apps "nativos". Consequentemente... outros serviços como Apple Music perderão o sentido, tendo a assinatura cancelada. Logo, o ecossistema todo da Apple se torna inviável... e a gente aprende a finalmente dar valor ao nosso dinheiro e tempo.
  2. Olá amigos, como todos já sabem a Apple Brasil fez mais um ajuste de preços em seus produtos, dessa vez na linha Mac, aumentando ainda mais os preços que já eram absurdos! Eu gostaria de discutir sobre a criação de uma petição/abaixo-assinado online contra a Apple e esses preços que já passaram do limite da realidade. Clique na imagem para maior resolução. Eu não sei muito sobre petições online, nunca fiz uma, mas acho que seria uma boa ideia tentar criar uma, queria pedir a ajuda de vocês, talvez alguém aqui já tenha mexido com isto. Achei este site aonde é possível criar um abaixo-assinado online, se chama Petição Publica, mas eu não sei bem como criar uma petição formal, solida e que tenha chance de chamar a atenção da Apple. Então eu estou aqui pedindo ajuda para criar este abaixo-assinado, se vocês acharem que vale a pena. Acho que se nos unirmos, espalhar o abaixo assinado em outros fóruns, facebook, twitter... podemos conseguir muitas assinaturas e tentar chamar a atenção da Apple para mostrar a nossa indignação com os valores que exploram as pessoas que querem comprar um produto Apple por aqui. Oque acham?
  3. Depois dizem que não dá pra vender produto barato no Brasil em função da carga tributária ser muito alta, "Custo Brasil" e bla, bla, bla. Sei.... Forever 21 chega ao Brasil com roupas, de fato, baratas Primeira loja da marca de varejo americana é inaugurada neste sábado em São Paulo; seis outras estão previstas para este ano A inauguração oficial da loja americana Forever 21 nem havia começado, mas as filas dos provadores e dos caixas já impressionavam pelo tamanho e pela demora. As consumidoras, contudo, não pareciam se importar — exibiam sorrisos enquanto se espremiam na loja tentando não derrubar suas taças de espumante. A primeira unidade começou a funcionar de maneira discreta, em soft opening, na quinta-feira (e já atraiu multidões). A abertura ao público é neste sábado, no Shopping Morumbi, na zona Sul de São Paulo. O tamanho da primeira loja do país (1 170 m²) não chega perto da gigante de cinco andares em Times Square, no coração de Nova York, mas os preços de suas roupas e acessórios são, surpreendentemente, condizentes com os que são cobrados no exterior. Reportagem do site de VEJA encontrou blusas a 8,90 reais, calças jeans a 34,90, vestidos a 44,90 reais e saias a 28,90 reais — preços que colocam a marca em concorrência direta com varejistas mais baratas que a Zara e a Topshop, como a C&A. A lista de “pechinchas” é grande, levando em consideração que as marcas estrangeiras costumam vender produtos no Brasil pelo dobro ou até o triplo de seu preço no exterior. A altíssima carga tributária brasileira é a culpada pelos preços elevados. Além do Imposto de Importação de 35%, o empresário ainda tem de pagar PIS/Cofins, Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e ICMS. Segundo Welber Barral, ex-secretário de Comércio do Ministério do Desenvolvimento e sócio da consultoria Barral MJorge, em alguns produtos de vestuário, a soma dos impostos pode chegar a 70% a 80% do preço declarado pela empresa no ato da importação. Ou seja, para trazer ao país um vestido que custa 12,80 dólares nos EUA, 30 reais aproximadamente, a marca teria de pagar entre 21 a 24 reais a mais só de impostos, considerando o valor que ela declara junto à Receita Federal seja o mesmo do varejo. Assim, esse mesmo vestido chegaria ao Brasil custando 51 reais no mínimo. Diante de tantos entraves, como, então, a Forever 21 conseguiu a façanha que as outras estrangeiras, como a Gap, não deram conta? O fundador da companhia, Do Won Chang, afirma que a empresa é avessa a gastos astronômicos e economiza em tudo. Seus executivos, por exemplo, viajam em regime espartano — nunca em primeira classe. Além disso, a companhia não tem o costume de contratar supercelebridades que cobram cachês milionários em uma campanha, já que o orçamento para a publicidade da marca é pequeno. A gerente global de relações públicas e mídias sociais da marca, Kristen Strickler, chegou a afirmar, em coletiva, que a empresa não teria pisado em solo brasileiro se não pudesse oferecer preços baixos. Analistas garantem que a única forma de garantir tamanha competitividade é a redução da margem de lucro. Ainda aventam a possibilidade de a empresa ter oferecido preços mais baixos para ganhar mercado e, depois, subi-los à surdina. Chang garante que não. “O compromisso da marca é manter o preço sempre acessível, faz parte da identidade da Forever 21”, disse ao site de VEJA. Diante da adesão de uma grande clientela feminina percebida já na pré-inauguração, é possível afirmar que, qualquer que seja o truque encontrado pela marca, as chances de dar certo são grandes. As consumidoras que visitaram a loja na quinta-feira davam a nítida impressão de conhecerem a fundo a marca — como se a Forever 21 sempre estivesse ali. “Essas marcas já existem para os brasileiros antes mesmo de aterrissarem no país”, afirmou Cecília Russo, diretora geral da consultoria de branding Troiano, referindo-se ao maior acesso que os consumidores têm, atualmente, às marcas importadas. A empresa não divulga metas — nem de vendas, nem de expectativa de visitas no primeiro dia — mas é certo que se a movimentação (e os preços) acompanharem o ritmo da pré-inauguração, varejistas mais populares, como Marisa e Renner, devem começar a se preocupar. A previsão da Forever 21 é inaugurar, ainda em 2014, duas lojas no Rio de Janeiro, uma em Ribeirão Preto (SP), uma em Brasília e uma em Porto Alegre (RS). http://veja.abril.com.br/noticia/economia/forever-21-chega-ao-brasil-com-roupas-de-fato-baratas
  4. Prezados, Há outros tópicos tratando sobre o mesmo tema, mas como estamos bem avançados no tópico decidi criar esse tópico em que possamos formalizar um documento a ser assinado por qualquer usuário que esteja disposto a colaborar em busca de uma resposta da Apple Computer Brasil Ltda. acerca à política de preços abusivos praticados pela empresa quando do lançamento não só dos novos iMacs (núcleo da discussão) e sim de todos os aparelhos que têm sofridos reajustes claramente abusivos, fora do padrão outrora praticado pela empresa. À moderação peço se possível que seja feito um merge desse tópico com os demais que tratem do mesmo assunto, pois assim nós, usuários, podemos reunir um grupo de 50 a 100 (número que entendo como ideal para gerar um certo impacto) assinaturas. Estamos em fase avançada de redação da Carta Aberta, assim como peço que os que tenham interesse em participar aguardem a definição de quem se responsabilizará pela coleta de dados dos interessados. Esses dados são nome completo, cidade, RG e/ou CPF, Apple ID (se tiver) e quantos produtos da Apple possui (se quiser declarar, claro). Com esses dados podemos fazer uma carta dirigida à Apple com o intuito de não forçar uma queda nos preços, mas para que chegue ao conhecimento dos executivos o descontentamento dos seguidores da Apple com a política de vendas da Apple Brasil. É notória que a forma de gestão da Apple mudou desde que houve a instalação da fábrica em Jundiaí. Com o foco nos iGadgets, desde a WWDC estamos vendo que os preços praticados pela empresa estão fora da realidade. Recomendo uma enxurrada de e-mails nas revistas especializadas nas áreas de temas gerais, informática e negócios. Eu já enviei e-mails para a revista Exame (exame@abril.com.br), Veja (veja@abril.com.br) e Info (info@abril.com.br), além da Istoé, Jornal Valor Econômico, Folha de São Paulo e para o jornal Zero Hora (leitor@zerohora.com.br). Nesses e-mails, há a necessidade de se informar o número de telefone, RG, CPF, Endereço, nome completo, profissão e se for assinante de alguma revista do grupo, o número de assinante. Abração a todos, Gustavo
  5. Os preços de iPhone 4 e iPhone 4S tiveram seus preços reduzidos. Esse tema foi noticiado na MM e fica aqui a minha dúvida: será que já há lotes de iPhone 4S fabricados com o amparo da Lei do Bem ou a redução de custo se deve à queda nas tarifas de luz, à queda do dólar? Tivemos uma série de fatores que nesse ano justificariam qualquer queda de preços. Por outro lado, vejo que Apple teme ser acuada pelos novos preços da Samsung, LG, Nokia e Motorola, que estão abaixo dos R$2.000,09.
  6. Amigos e amigas do Fórum do MacMagazine, Finalizamos a Carta Aberta a Apple Brasil e todas as informações, daqui em diante, desde o processo de assinatura, até novas informações, estão nesse blog http://abusoapple.wordpress.com/ Espero que todos compartilhem o link no Facebook, Twitter... enfim, todas as redes sociais possíveis e imagináveis. Conto com a colaboração de todos vocês que nos ajudaram desde o processo de redação da carta, até o momento, contando ainda com mais assinaturas. Estamos na fase agora de ampliação da divulgação do movimento e como toda mobilização, há demora. Quem quiser, pode postar eventuais dúvidas neste tópico. Daqui em diante, podemos considerar que demos o primeiro grande passo e quem ainda não participou, sinta-se à vontade em participar. Abraços a todos, Gustavo
  7. Amigos e Amigas do MacMagazine, Estamos finalizando o primeiro projeto #AbusoApple, com relação ao preço dos iMacs, mas posso garantir que não ficará por aí. Tenho acompanhado alguns tópicos sobre palpites de preços em relação ao iPhone 5 e posso dizer que estou bastante preocupado. Explico: o iPhone 5, pela primeira vez, a exemplo do iPad, será vendido, simultaneamente, pela Apple (pela sua novíssima Retail Store, pelas APRs e pela Apple Store On Line), pelas Operadoras (que podem vender com ou sem subsídio) e pelas redes de varejo, como Fast, Ponto Frio e etc. Teremos uma variedade de preços bastante grande, que pode vir dos R$1.399,00 para compras com contrato na Claro e na Vivo até R$2.500,00, para a compra no site da Apple, a exemplo do que se passou com o iPhone 4S de 16GB. Quero deixar claro que estou usando como exemplo o modelo de 16GB, não fiz uma pesquisa mais apurada com relação aos modelos de 32GB e 64GB, apenas me fixei no modelo de 16GB. Pelos rumores que li, o preço deve ser mantido, com relação ao lançamento do iPhone 4S. A pergunta é: qual preço? O preço da TIM, de R$1.899,00 ou o preço da Apple Store, R$2.599,00? Abro esse tópico para que não sejamos novamente vitimados pelas surpresas desagradáveis quem têm vindo de Cupertino. O preço do dólar aumento sensivelmente nas últimas semanas e estou meio receoso. Aposto que as operadoras vão manter um preço competitivo, mas o estoque mais forte será despejado pela Apple e pelo Varejo, então, como dizemos aqui no sul, "já estou soltando os perdigueiros", para que se necessário, comecemos outro movimento, agora focado especificamente no iPhone. Sobre o primeiro movimento #AbusoApple, a carta será liberada e enviada ainda essa semana e quem ainda não assinou, pode fazê-lo até a 0:00 de hoje, pois no dia 04/12/2012 daremos por encerradas as assinaturas e vamos passar ao segundo passo. Abraços a todos!
  8. Pessoal, A Apple agora faz, oficialmente, uso de incentivos fiscais para a produção de toda a linha iPhone e iPad, para tanto, em vias dos movimentos que estamos organizando, hoje, as 20:00, vamos disseminar a hashtag #AbusoApple pelo Twitter e Facebook. Conto com o apoio de todos! Abraços, @jaccottet - please, follow me!
  9. Prezados, Quem quiser comprar um novo MacBook e não tem como ir até os EUA, pode vir ao Chile e conseguir preços na casa dos U$1.300,00 para um MacBook Pro 13" Standard e U$1.200,00, para um MacBook Air 11" Standard, nas Megastores Paris e Falabella. Em todas há mini Apple Stores. Os pagamentos são apenas à vista, lembrando que as compras com cartão internacional são acrescidas de 6% de IOF e o Dólar aplicado para conversão tem como base o Dólar Turismo do dia do fechamento da fatura. Quanto ao Retina Display, sai na casa de U$3.100,00. Nas três Megastores que fui, não havia possibilidade de customização, mas todas vendiam SSD, memória RAM, HDD, adaptadores USB e Thunderbolt, assim como os estoques estão cheios, devido aos acordos de livre comércio com os EUA. Os iPhones são vendidos com contrato com a Movistar por preços abaixo de U$800,00 no modelo 4S. Os iPads saem na casa dos R$500,00 para o iPad 2. Não cheguei a ver o preço do New iPad. Como nos demais Países da região, não há uma Apple Store On Line e a política de preços, apesar de tabelada, não impede uma negociação. Comprei uma AirPort Express por pouco mais de R$250,00. Apenas um aviso: grande parte dos consumidores eram argentinos. A crise no país está mantendo os estoques lá em cima. As compras não podem ser feitas em Dólar e a cotação Real/ Peso Chileno oscila entre R$1,00/ $230,00 até R$1,00/ $260,00. Tudo depende da casa de câmbio escolhida. Abs.
  10. Então, lançaram o novo iPad. Perceberam que os preços são menores do que o iPad 2, quando foi lançado? Abraços.
  11. Caros.....Não estou acreditando o que estou vendo e lendo na net acerca dos preços do Iphone. Me digam, como pode um telefone de 8gb ser mais caro que um de 16gb? Chega ser uma imoralidade! Li que os preços do Iphone 4s começaram de R$ 2.100,00...Se aplicarmos todos os impostos no Iphone de 64gb ele irá custar mais ou menos R$ 2.500,00 (U$$ 849,00 X 1,9 dolar = 1.613,10 + carga tributária 60%) Mas as compras são feitas bem abaixo disso. Lembrando que o preço sugerido com contrato é outro! Será que não deveríamos reclamar com o Tim Cook sobre esse procedimento da operadoras....o telefone já chegou ser oferecido R$ 3.500,00 mais caro que um macAir.... Mas o que mais revolta é o preço do 8gb mais caro que o de 16gb....é muita cara de pau!
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