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O desafio de usar somente programas originais


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Bem, tudo começou quando eu precisei de um novo cliente de e-mail. O Mail.app tem uma péssima integração com o Gmail, o que me levou ao Sparrow, que custa 10 dólares. Baixei uma versão pirata do app pra testar, usei por um tempo e gostei. Resolvi comprar, mas achei que $10 num aplicativo que não teria mais suporte não valeria a pena. Então acabei achando um aplicativo melhor e com desenvolvimento ativo, o Airmail. Custou $1.99 na Mac App Store.

 

Isso me levou a pensar se não era possível ter somente software original no computador. Esse ano começou a disciplina de Algoritmo e Construção de Programas no meu curso, e comecei a imaginar o quanto eu ficaria mordido se eu criasse um software barato e útil e as pessoas não quisessem pagar por ele. Não são poucas as pessoas que pirateiam app de $0.99 na App Store do iPhone. No começo eu usava sim o Cydia, mas por motivos da facilidade de atualização e também um pouco de instabilidade que o Jailbreak causava eu passei a comprar todos os aplicativos.

 

Comecei a analisar o que era possível fazer quanto ao meu MacBook. Afinal, o hardware da Apple é caro, então não é desculpa dizer que não tem dinheiro pra comprar software.

 

1 - Final Cut Pro ($299): Usava para fazer edição básica de vídeo. Tinha baixado somente por capricho, por achar que o iMovie era básico demais. Acabei voltando pro iMovie, porque eu não sabia nem precisava usar nenhuma capacidade avançada de edição do Final Cut, e o iMovie supre bem as minhas necessidades.

 

2 - Aperture ($79): Praticamente o mesmo motivo do anterior. Eu só usava pro achar mais avançado que o iPhoto, mas a verdade é que eu usava só pra gerenciar minhas fotos mesmo. Voltei pro iPhoto, que é suficiente para o que eu preciso, bem mais leve e fácil de usar.

 

3 - Sketchbook Pro ($59): Baixei-o quando precisei de um aplicativo similar ao Paint do Windows, então já dá pra ter uma noção do meu uso. Testei o Sketchbook Express, alternativa gratuita oferecida pela Autodesk, que foi satisfatória.

 

4 - Jogos: Apesar de jogar principalmente em um Xbox 360 travado, ou seja, somente originais, ainda tinha alguns jogos piratas instalados no meu Mac:

4.1 - The Walking Dead, Bastion e The Binding of Isaac: Consegui comprar pelo Humble Bundle, é uma promoção pague-o-quanto-quiser, portanto por um valor baixo, foi algo menos de 5 dólares.

4.2 - Left 4 Dead 2: Comprei o pacote de 4 licensas com mais 3 amigos, foi R$99, ou seja, R$25 pra cada.

4.3 - Super Meat Boy: Na época que eu peguei uma promoção eu não comprei, pois a versão nativa, que é a que vende na Steam, não suporta controle de Xbox 360. Baixei uma versão que roda pelo Cider, mas vou tentar comprar na Steam Summer Sale se for possível, já que agora eu comprei um controle de Playstation 3, que funciona como joystick genérico e é mais compatível com games de Mac no geral.

4.4 - Amnesia The Dark Descent: Esse eu baixei e nem tinha começado a jogar, então excluí e vou tentar comprar na Summer Sale.

 

5 - Adobe Creative Suite ($50/mês)

5.1 - Photoshop: O meu uso de edição de fotos é básico, o que não justificaria a mensalidade do Creative Cloud, já que este não é meu ganha-pão. Achei e comprei uma alternativa boa, barata e mais simples de usar, o Pixelmator, que custa $15 na App Store, um preço razoável.

 

5.2 - Illustrator

O Pixelmator oferece um modo de vetor chamado Vectormator, mas como é mais um extra do que o propósito intencional do porgrama, ele não importa/exporta arquivos SVG nem EPS, que é função imprescindível. Descobri uma boa alternativa, o iDraw, que foi $25 na Mac App Store, um pouco salgado, mas muito menos do que o Illustrator.

 

5.3 - Dreamweaver

Preciso de um editor HTML WYSIWYG, ou What You See Is What You Get, e nisso o Dreamweaver é imbatível. Ainda não achei nenhum programa que permita editar a página sem mexer no HTML como o DW faz, e nisso preciso de alguma dica.

 

6 - Office

Primeiro eu usava o iWork, mas por ser muito básico instalei também o Office 2011. Como a intenção era comprar, decidi excluir o iWork, pois ele não valeria os $60 investidos. A assinatura do Office 365, que permite a instalação do pacote em 5 computadores, custa R$179/ano. Ainda estou caçando 4 amigos que também queiram comprar a licença, o que vai resultar em módicos R$35/ano para cada um.

 

Outros pontos:

 

Música: No início desse ano eu assinei o iTunes Match ($25/ano), que é um serviço que legaliza as músicas que você baixou. Eu não compro álbuns porque acho que a fonte de renda principal dos artistas devem ser os shows. Eu não me importaria de pagar R$15 por mês, que é o preço do Xbox Music Pass, pra ter acesso ilimitado a músicas, até acharia melhor, porque não teria que procurar nas baías piratas da vida, mas o catálogo desses serviços de streaming estão aquém do necessário, além de que eu preciso baixar as músicas de fato, porque não posso me dar ao luxo de gastar a franquia de dados 3G nem bateria à toa. 

 

Filmes/Séries

Os filmes e séries assisto quase tudo pelo Netflix, usando o Mediahint, que dá acesso ao catálogo norte-americano, que é muito maior. Os episódios recentes não tem como: Tem que ser por torrent.

 

Dá pra perceber que nesses dois últimos, é simplesmente pela burrice da indústria em não disponibilizar um bom serviço: Eles praticamente dificultam o consume de conteúdo legítimo. Quanto a música, poderia haver um serviço com uma mensalidade razoável que permitisse download ilimitado de músicas, porque não dá pra depender de streaming. Quanto aos filmes e séries, se os estúdios fossem espertos, jogariam tudo no Netflix assim que saíssem de cartaz ou passasse o episódio na TV. Até existe o HBO Go e o Telecine Play, mas são somente para assinantes e mesmo que não fosse, ainda assim seria ruim pagar mais duas mensalidades.

 

É isso, pessoal. Espero que isso tenha conscientizado um pouco o pessoal que só usa aplicativos piratas.

Editado por guedesped
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Bem, tudo começou quando eu precisei de um novo cliente de e-mail. O Mail.app tem uma péssima integração com o Gmail, o que me levou ao Sparrow, que custa 10 dólares. Baixei uma versão pirata do app p

Toda essa discussão leva a um ponto interessante: software tem um custo de produção bastante alto mas um custo de reprodução próximo a zero. O preço que remunera (e dá lucro) para quem produz um soft

Vou dizer o mesmo que o philg, mas com outras palavras: o que um garoto de 16 anos faz com um software de 300 dólares, que provavelmente é destinado a uso profissional?  Não me leve a mal, chamar de

Bom texto, guedesped. Eu tb só uso originais pagos e outros gratuitos.

Quanto ao Office recomendo o University que pode ser usado em dois macs (ou pcs) e vale por 4 anos a assinatura com valor bem acessível:

http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/4891926?PAC_ID=124864

Lembrando que vc ainda leva o Outlook e Office para iOS!

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Se o intuito é conscientização, desculpe, mas não é um post em um fórum que vai mudar a cabeça de alguém.

 

Pelo menos, vamos trocar experiências: pouco antes de usar mac eu  já estava nessa de abandonar pirataria. Usava Windows e MS Office originais, dividi o valor do MS Office Home and Student para mais dois amigos, cada um com uma licença por mais ou menos R$67.

Quanto a músicas, está indo aos poucos. Já tirei muitas que eu tinha baixado via eMule anos atrás, mas que ficaram só ocupando espaço em disco - baixava discografias inteiras, mas ouvia algumas poucas músicas e nunca mais tocava nelas. A grande maioria das músicas que tenho agora ou foram compradas na iTunes Store, ou são de CDs meus.  

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Parabéns pela atitude, passei por isso alguns anos atrás quando estava cansado da vida pirata e comprei "meu" primeiro produto Apple. Um iPod para minha filha. Após conhecer o produto, imergi em nova realidade e parei com a vida antiga.

 

Só uma correção. Não cabe a nós decidir o que é certo ou não. Cabe à lei. Se você deixar de se ater à esta específica regra por achá-la injusta, dá azo a qualquer pessoa deixar de seguir qualquer regra por achá-la, também, injusta. E baixar música sob o argumento de que elas "legalizam" no iTunes Match é argumento falso(não há descriminalização pela assinatura do serviço), assim como burlar regra do seu país ou de outro para assinar serviço estrangeiro.

 

Mas te entendo. Já fiz isso. O melhor, a meu ver, seria todo mundo não agir assim, e ficar revoltado o suficiente para passar a votar certo, em pessoas que realmente representassem nossos interesses. Embora os interesses da maioria pode não ser o nosso. Mas aí já entra em política e esse não é o lugar apropriado(software - aplicativos), então paro por aqui.

 

Abraços, e, de novo, parabéns. Que cada ano te encontre uma pessoa melhor.

Editado por giorio
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Assim que entrou uma grana maior na minha vida, a primeira coisa que eu fiz foi "originalizar" todos os aplicativos (e adquirir muitos outros em seguida). Não vejo problema em "cracks", ao longo de que não se tornem "pirataria". Até hoje mesmo, quando o aplicativo não tem trial, eu baixo uma versão pirateada para testar. Acabo comprando ou deletando, jamais ficando com o pirata.

 

O segredo é ficar de olho nos bundles, consegui muitas coisas através deles. Além de utilizar sites como o AppShopper para receber notificações de quando aplicativos que você deseja reduzam de preço. Você pode visualizar meu perfil no AppShopper aqui e aproveitar pra ver tudo o que já comprei na AppStore. Além de outros que são assinaturas (como Evernote, Crashplan, etc) ou indisponíveis na AppStore (Keyboard Maestro, Launchbar, Little Snitch).

 

Vai uma baita de uma grana? Sem dúvida, principalmente quando você precisa ao mesmo tempo legalizar músicas e filmes. Mas vale mais a pena pra dormir tranquilo. E se tem uma coisa que desenvolvedor reclama, é de miséria, mas é com razão. O modelo atual da App Store tá causando faíscas por aí afora.

 

Eu admito, pagar em dólar dói, por isso mesmo só utilizo nessas minhas aventuras os cachês que recebo pelos meus artigos na AppStorm, que aí recebo em dólar e é tranquilo. Afinal, o problema não é o preço do aplicativo, mas sim o preço convertido em reais após considerar o salário médio do brasileiro. Dizer que pagamos somente o dobro é injusto, pois recebemos um terço.

 

Mas é assim que tem que ser, é assim que deveria ser. Uma empresa monstruosa como a Adobe consegue superar isso, mas o pequeno desenvolvedor com o aplicativo de menos de 10 reais não, aí falta vergonha na cara do usuário e o cara não tem mais como manter o aplicativo.

 

Acho ingênuo achar que eu seja uma consciência majoritária. Sim, veremos a maioria dos brasileiros utilizando aplicativos crackeados ou que acompanham o sistema operacional e, sinceramente, eu entendo o lado quando é com um Photoshop da vida, não aprovo, mas compreendo. Mas quando é aplicativo de 10 reais, aí é sem condição.

 

Talvez a minha mudança de atitude foi tanto para minha própria consciência quanto para a longevidade dos aplicativos que aprecio.

 

PS: Eu escrevi a primeira crítica do Airmail na net (:

Editado por philg
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5.3 - Dreamweaver

Preciso de um editor HTML WYSIWYG, ou What You See Is What You Get, e nisso o Dreamweaver é imbatível. Ainda não achei nenhum programa que permita editar a página sem mexer no HTML como o DW faz, e nisso preciso de alguma dica.

 

Quanto mais você vai aprendendo sobre web design, mais WYSIWYG vai se tornando desprezível. Existem duas soluções bem salgadas: Coda 2 e RapidWeaver. Já aviso, são bem salgadas. Você pode tentar o KompoZer, que é gratuito: http://www.kompozer.net

 

Todavia, minha recomendação é: instale o MAMP (http://www.mamp.info/en/index.html) e recrie seu blog dentro dele. Aí você baixa o Sublime Text 2 http://www.sublimetext.com que custa $70, mas tem trial ilimitado, ou seja, dá pra usar tranquilamente para esses fins recreacionais. Dessa forma você pode editar o código, aprender muito com isso e testar tudo no teu MAMP. Quando tudo estiver do jeito que você quer, só upar no FTP e substituir os arquivos. Criei meu blog do zero utilizando isso aí (:

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Quanto mais você vai aprendendo sobre web design, mais WYSIWYG vai se tornando desprezível. Existem duas soluções bem salgadas: Coda 2 e RapidWeaver. Já aviso, são bem salgadas. Você pode tentar o KompoZer, que é gratuito: http://www.kompozer.net

 

Todavia, minha recomendação é: instale o MAMP (http://www.mamp.info/en/index.html) e recrie seu blog dentro dele. Aí você baixa o Sublime Text 2 http://www.sublimetext.com que custa $70, mas tem trial ilimitado, ou seja, dá pra usar tranquilamente para esses fins recreacionais. Dessa forma você pode editar o código, aprender muito com isso e testar tudo no teu MAMP. Quando tudo estiver do jeito que você quer, só upar no FTP e substituir os arquivos. Criei meu blog do zero utilizando isso aí (:

 

Cara, o KompoZer era exatamente o que eu precisava. Eu não manjo nada nem mexo com Webdesign, eu só usava o Dreamweaver pra um fim bem específico: Editar somente UM arquivo em HTML que é um formulário, ou seja, eu não preciso mexer no código, só partes do texto mesmo, daí a preferência pelo WYSIWYG. Meu blog, o http://www.lecabare.com usa um template padrão do Blogger. Só o Banner que eu mesmo fiz no Photoshop.

 

Triste mesmo é eu tentando convencer alguém a comprar a licença junto comigo:

 

"Ninguém compra mais programas hoje em dia."

"Prefiro ativar o meu mesmo com crack."

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Pow, cara. Eu, um garoto de 16 anos, sem salário, sem mesada, vivo às custas de troco de lanche, como vou comprar um software de 300 dólares, por exemplo, ou comprar músicas, que, mesmo sendo US$ 0,99, fica caro quando você as tem em grande volume (eu mesmo tenho umas 500). Se um dia eu tiver condições para tais caprichos, eu gastaria numa boa, porém seria aquele dinheirinho que vai faltar no fim do mês. 

Eu sei que é errado, mas, na minha humilde opinião, é jogar dinheiro fora quando você compra algo que pode ter de graça.  

Editado por HeitorSFP
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Pow, cara. Eu, um garoto de 16 anos, sem salário, sem mesada, vivo às custas de troco de lanche, como vou comprar um software de 300 dólares, por exemplo, ou comprar músicas, que, mesmo sendo US$ 0,99, fica caro quando você as tem em grande volume (eu mesmo tenho umas 500). Se um dia eu tiver condições para tais caprichos, eu gastaria numa boa, porém seria aquele dinheirinho que vai faltar no fim do mês. 

Eu sei que é errado, mas, na minha humilde opinião, é jogar dinheiro fora quando você compra algo que pode ter de graça.  

 

Mas é exatamente isso: não é de graça, o custo só não cai na tua mão. É radical, mas o mesmo vale para quando você é assaltado, de certa forma o cara conseguiu seu iPhone de graça, mas você arcou com os custos.

 

E aí que tá, software de 300 dólares é pra gente que vai ganhar dinheiro de volta com isso, por ora não é o seu caso, presumo. Mas você tem um Mac, só por isso eu já sei que sua família tem um poder aquisitivo mais razoável para o padrão brasileiro (não que classe média queira dizer alguma coisa hoje em dia). Mas digamos que você quer aprender a trabalhar com desenho online, 15 dólares em um Pixelmator é um grande incentivo que nenhum pai ou mãe pode negar. 30~35 reais é uma entrada no supermercado nos dias de hoje. É nada. Aí tem o Acorn e o Sketch (ambos estão 50, mas o primeiro lançou por 30 e o segundo recentemente estava por 25, então é só esperar).

 

Apesar de ser contra, não serei hipócrita, mantenha seus piratinhas, mas somente enquanto você aguarda as promoções, ok? Normalmente um aplicativo que você não pode pagar é também um aplicativo com muito mais do que você precisa.

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Ok, outra dica. Na App.net, nós temos uma hashtag para promover grandes promoções. Você pode vê-la mesmo sem uma conta. A maioria é iOS, mas é tudo curado pela comunidade e só coisas legais. Também é válido ficar de olho nos feriados, o 4 de Julho foi fraco, mas quarta-feira tem aniversário da App Store e já tá começando a chover descontos.

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Pow, cara. Eu, um garoto de 16 anos, sem salário, sem mesada, vivo às custas de troco de lanche, como vou comprar um software de 300 dólares, por exemplo, ou comprar músicas, que, mesmo sendo US$ 0,99, fica caro quando você as tem em grande volume (eu mesmo tenho umas 500). Se um dia eu tiver condições para tais caprichos, eu gastaria numa boa, porém seria aquele dinheirinho que vai faltar no fim do mês. 

Eu sei que é errado, mas, na minha humilde opinião, é jogar dinheiro fora quando você compra algo que pode ter de graça.  

 

Vou dizer o mesmo que o philg, mas com outras palavras: o que um garoto de 16 anos faz com um software de 300 dólares, que provavelmente é destinado a uso profissional? 

Não me leve a mal, chamar de "capricho" pagar por um um software profissional é coisa de moleque que nunca trabalhou. Camarada, esses softwares "se pagam", é um investimento com retorno certo para quem compra e trabalha com ele. É a mesma coisa que o Mac Pro, acha que alguém vai pagar aquela fortuna para ficar o dia inteiro no facebook e jogando Counter Strike? pagam porque a máquina vai dar retorno.

Quer usar pirata, use, mas não procure justificativas para isso.  

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Único pirata que eu estava usando ultimamente era o Lightroom, porém com a aquisição do Aperture tenho conseguido viver sem sentir tanta falta dele.

Quanto ao Photoshop, venho conseguindo fazer o que fazia com ele no Pixelmator a algum tempo, mas não confesso, sinto falta de uns recursos do Photoshop.

Assim que conseguir uma quantidade razoável de trabalhos estarei assinando o CC da Adobe, mas na atual situação vou usando as alternativas mesmo.

Editado por Juliano Cruz
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Vou dizer o mesmo que o philg, mas com outras palavras: o que um garoto de 16 anos faz com um software de 300 dólares, que provavelmente é destinado a uso profissional? 

Não me leve a mal, chamar de "capricho" pagar por um um software profissional é coisa de moleque que nunca trabalhou. Camarada, esses softwares "se pagam", é um investimento com retorno certo para quem compra e trabalha com ele. É a mesma coisa que o Mac Pro, acha que alguém vai pagar aquela fortuna para ficar o dia inteiro no facebook e jogando Counter Strike? pagam porque a máquina vai dar retorno.

Quer usar pirata, use, mas não procure justificativas para isso.  

 

 

Mas é exatamente isso: não é de graça, o custo só não cai na tua mão. É radical, mas o mesmo vale para quando você é assaltado, de certa forma o cara conseguiu seu iPhone de graça, mas você arcou com os custos.

 

E aí que tá, software de 300 dólares é pra gente que vai ganhar dinheiro de volta com isso, por ora não é o seu caso, presumo. Mas você tem um Mac, só por isso eu já sei que sua família tem um poder aquisitivo mais razoável para o padrão brasileiro (não que classe média queira dizer alguma coisa hoje em dia). Mas digamos que você quer aprender a trabalhar com desenho online, 15 dólares em um Pixelmator é um grande incentivo que nenhum pai ou mãe pode negar. 30~35 reais é uma entrada no supermercado nos dias de hoje. É nada. Aí tem o Acorn e o Sketch (ambos estão 50, mas o primeiro lançou por 30 e o segundo recentemente estava por 25, então é só esperar).

 

Apesar de ser contra, não serei hipócrita, mantenha seus piratinhas, mas somente enquanto você aguarda as promoções, ok? Normalmente um aplicativo que você não pode pagar é também um aplicativo com muito mais do que você precisa.

 

Primeiramente, não me julgue sem me conhecer. Uso o Adobe Photoshop, programa bem carinho, para tentar entender o programa e criar pequenos e simples projetos, uma vez que, num futuro não tão distante, talvez usarei o que eu aprendo hoje com o programa, levando em conta uma faculdade de design gráfico/industrial cogitado por mim.

Apesar de pertencer a uma família com um poder aquisitivo razoável, não consigo tudo que eu quero. Meus pais não me dão algo só porque eu pedi, tanto é que comprei o Mac juntando dinheiro por 2 anos. Ademais, viso comprar muitos outros eletrônicos que não são baratos e, para isso, tenho que reservar uma média a grande quantia de capital. Por isso, não tenho o luxo de pagar por programas originais.

Editado por HeitorSFP
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Primeiramente, não me julgue sem me conhecer. Uso o Adobe Photoshop, programa bem carinho, para tentar entender o programa e criar pequenos e simples projetos, uma vez que, num futuro não tão distante, talvez usarei o que eu aprendo hoje com o programa, levando em conta uma faculdade de design gráfico/industrial cogitado por mim.

Apesar de pertencer a uma família com um poder aquisitivo razoável, não consigo tudo que eu quero. Meus pais não me dão algo só porque eu pedi, tanto é que comprei o Mac juntando dinheiro por 2 anos. Ademais, viso comprar muitos outros eletrônicos que não são baratos e, para isso, tenho que reservar uma média a grande quantia de capital. Por isso, não tenho o luxo de pagar por programas originais.

 

Mas não é luxo, brother. É necessidade. É algo que precisa estar previsto no orçamento. Afinal, você não compra hardware pirata, compra? E eu também não sugeri que seus pais lhe darão algo só porque você pede, mas sim porque você pede para aprender, para crescer como pessoa e profissional. Que pai, quando pode, recusa isso? Acho que você tá com o destino certo no caminho errado, mas só posso torcer que seja questão de tempo para você mudar essa consciência (foi assim comigo, ao menos).

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Primeiramente, não me julgue sem me conhecer. Uso o Adobe Photoshop, programa bem carinho, para tentar entender o programa e criar pequenos e simples projetos, uma vez que, num futuro não tão distante, talvez usarei o que eu aprendo hoje com o programa, levando em conta uma faculdade de design gráfico/industrial cogitado por mim.

Apesar de pertencer a uma família com um poder aquisitivo razoável, não consigo tudo que eu quero. Meus pais não me dão algo só porque eu pedi, tanto é que comprei o Mac juntando dinheiro por 2 anos. Ademais, viso comprar muitos outros eletrônicos que não são baratos e, para isso, tenho que reservar uma média a grande quantia de capital. Por isso, não tenho o luxo de pagar por programas originais.

Comprar um computador e não ter dinheiro para softwares é como comprar um carro e não ter dinheiro para a gasolina!!

 

Sinceramente... pirataria é crime e é anti ético. Se não pode comprar, o mais honesto é se virar sem e não "roubar".

 

Qual a diferença entre roubar software e roubar hardware? Da mesma forma que o montador do notebook precisa comprar comida para a família dele, o programador do software também. O vendedor do software não é menos ganancioso e capitalista que o vendedor do hardware. O governo arrecada impostos tanto de um como de outro.

Porque é "feio" usar um notebook roubado e é "normal" usar um software pirata?

 

Olha como é ridículo pensar assim:

"Pretendo me tornar um chef de cozinha, especialista em culinária francesa. Tenho vontade de comer pato ao molho poivrè e patê de foi grass, pra ver como é... então como sou estudante vou passar ali no bistrô francês chique, comer estes pratos - observar o sabor, o tempero, a textura, etc... mas não vou pagar a conta. Afinal, o que é um mísero prato para o dono de bistrô tão chique, e eu não tenho dinheiro para gastar a tôa"

Editado por Guedes - Brasília
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Que comparação mais absurda e leviana.

Engraçado que apedrejam o garoto, mas duvido que os senhores tenham todos os programas, músicas, filmes adquiridos de forma lícita.

Isso vale inclusive para equipamentos, pois se os seus preciosos produtos apple tenham vindo ao Brasil de forma alternativa, da mesma forma é crime.

E se for pra usar exemplos toscos, vale lembrar que se vc roubou e se arrependeu e devolveu o produto, vc continua sendo um criminoso, mas com atenuantes, portanto se vc nunca pirateou nada, ai pode jogar a pedra.

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Em tempo, ilegal e imoral são duas coisas distintas.

Eu acredito que se a sua finalidade é comercial, teste e adquira o produto.

Se é acadêmica, procure softwares de empresas como Autodesk que tem programas muito interessantes de uso educacional pelo tempo em que vc for acadêmico.

No Brasil sonegar impostos é ilegal, mas todos vcs acham justo trabalhar ate meados de Junho só para pagar impostos?

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