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O desafio de usar somente programas originais


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Se for para aprender, não estar ganhando dinheiro com o produto, não vejo muito mal. Duvido que alguém que tenha aprendido Photoshop em casa tenha pago o valor de uma licensa para usá-lo.

Agora, a partir do momento que você começa a trabalhar com a ferramenta, ter uma renda baseada nela, nada mais justo que você pagar por ela, afinal está tendo um retorno por causa dela.

 

Já aplicações mais em conta, tipo Pixelmator por exemplo, aí é vergonhoso piratear algo assim visto que o preço é quase de graça.

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Bem, tudo começou quando eu precisei de um novo cliente de e-mail. O Mail.app tem uma péssima integração com o Gmail, o que me levou ao Sparrow, que custa 10 dólares. Baixei uma versão pirata do app p

Toda essa discussão leva a um ponto interessante: software tem um custo de produção bastante alto mas um custo de reprodução próximo a zero. O preço que remunera (e dá lucro) para quem produz um soft

Vou dizer o mesmo que o philg, mas com outras palavras: o que um garoto de 16 anos faz com um software de 300 dólares, que provavelmente é destinado a uso profissional?  Não me leve a mal, chamar de

Em tempo, ilegal e imoral são duas coisas distintas.

Eu acredito que se a sua finalidade é comercial, teste e adquira o produto.

Se é acadêmica, procure softwares de empresas como Autodesk que tem programas muito interessantes de uso educacional pelo tempo em que vc for acadêmico.

No Brasil sonegar impostos é ilegal, mas todos vcs acham justo trabalhar ate meados de Junho só para pagar impostos?

 

Eu gosto de crer na boa fé de que quem tem o produto crackeado vá pagar por ele um dia, o problema é relaxar, não concorda?

Não somente autodesk, mas diversos desenvolvedores oferecem descontos educacionais. Eu não sou mais estudante, mas nunca tive vergonha de mandar email pro desenvolvedor pedindo um desconto e eles me ofereciam a cópia educacional. Consegui muita coisa assim.

 

E, óbvio, a resposta da última pergunta é um implícito e sonoro não. A nossa única sorte é que ainda não tem imposto aplicado a conteúdo virtual.

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Para mim:

Ter o conteúdo que a gente deseja "de graça" de fato é bem mais atrativo, isso é bastante claro, mas a grande sacada é saber aproveitar os bundles da vida, as promoções relâmpago e etc. e adquirir as coisas que a gente quer nessas ocasiões.
No iPhone, graças ao "App da Semana" da Apple, AppGratis, Appsfire e diversas ofertas que pipocam por aí, nenhum app do iPhone é pirata e tenho coisas como Pinnacle Studio, Infinity Blade, Hot Pursuit, todos os Angry Birds e não gastem 1 centavo sequer. Em apps.

Já no computador, tem uma postura bem diferente:

Pra músicas e filmes, eu gosto bastante de ter mídias físicas (CD/DVD), mas quando é para pegar 1 ou 2 itens esporádicos, não tenho remorso nenhum em pegar "de grátis".
 

No caso dos apps, migrar do Windows pra Linux há um certo tempo me fez aprender que não preciso de apps caríssimos para que eu possa fazer meu trabalho, pois existem apps gratuitos ou open source que atendem as minhas necessidades. E, de fato, no meu Desktop com Linux eu não possuo nenhum app baixado "ilegalmente" e faço de tudo.
Quando eu comprei meu Mac, procurei manter a mesma tendência e logicamente a maioria dos apps que eu tinha no meu Linux tem versão pra Mac, bastou baixar a versão correspondente. Já existem alguns apps que, por serem REALMENTE melhores que qualquer versão Free ou Open Source, peguei na internet mesmo e nem esquentei a cabeça.
Quanto a jogos, a maioria é tudo vindo da Internet mesmo... MAS a Steam tem me convencido bastante com as várias ofertas de 75% de desconto que eles possuem, e claro tudo na categoria Steam Play (compra 1, use em Win/Mac/Linux sem custo adicional). Pegando ofertas boas, já tenho um repertório de ± 70 games e devo ter investido uns R$150 no MÁXIMO.


Talvez, quando eu tiver dinheiro esbanjando para realizar a coisa de forma séria, eu legalize todo o meu conteúdo, mas no momento isso não me incomoda.

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Pow, cara. Eu, um garoto de 16 anos, sem salário, sem mesada, vivo às custas de troco de lanche, como vou comprar um software de 300 dólares, por exemplo, ou comprar músicas, que, mesmo sendo US$ 0,99, fica caro quando você as tem em grande volume (eu mesmo tenho umas 500). Se um dia eu tiver condições para tais caprichos, eu gastaria numa boa, porém seria aquele dinheirinho que vai faltar no fim do mês. 

Eu sei que é errado, mas, na minha humilde opinião, é jogar dinheiro fora quando você compra algo que pode ter de graça.  

 

Não querendo gerar polêmia mas já gerando, se alguém to rouba ele pode usar o mesmo tipo de argumento. Pra ver como um ponto de vista pode gerar algo ruim.

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Parem de fazer o menino de Cristo. Ele reconhece na mensagem que piratear é errado, logo menos ele comprará seus softwares, como a maioria aqui.

 

Só para fazer um contraponto, basta ver hoje que as empresas estão começando a reconhecer que o antigo modelo que aquisição de licença tem suas falhas, optando pelo modelo software como serviço (Suíte Creative da Adobe, Office 365, etc), com pagamentos periódicos, pelo tempo de uso, pelo modelo freemium, venda de suporte para o software (muito presente em softwares livres) etc. Esses movimento visam, essencialmente, combater a pirataria sem comprometer o lucro das produtoras.

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Boa!

Também estou tentando seguir esse caminho. Hoje tenho "apenas" 5 programas piratas aqui no MacBook, sendo que 3 são do iWork, que não comprei pois espero que saia uma versão nova logo... E no iPhone, tudo original.

Estou trocando até Windows por Linux nas minhas máquinas "não-mac", até por quê eu nunca pagaria por uma licença do Windows.

Comprei até algumas músicas!

 

Pra quem até ~1 ano atrás usava Jailbreak pra instalar apps piratas, é uma boa evolução. :P

 

 

Não querendo gerar polêmia mas já gerando, se alguém to rouba ele pode usar o mesmo tipo de argumento. Pra ver como um ponto de vista pode gerar algo ruim.

 

Curti muito tua análise.

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Eu venho seguindo este caminho de legalização a + ou - 2 anos, comprei o pacote office por R$ 190,00, utilizo muito o excel e o word em menor escala.

Utilizei por muito tempo o Adobe Acrobat craqueado, sempre aguardando alguma promoção, mas quando a Adobe criou a assinatura deste aplicativo por R$ 44,00 mensais não tive dúvida, assinei e legalizei o software.

Outros aplicativos consegui em bundles, o 1password, parallels, better finder rename, fantastical.

Alguns comprei em promoções através do site MacUpadate, o total finder, clean my mac, etc.

As minhas músicas são em sua maioria ripadas dos meus Cds ou compradas da iTunes, mas não vou ser hipócrita, possuo algumas piratas sim, inclusive preciso fazer uma faxina na minha biblioteca. Depois do lançamento da iTunes nacional, nem procuro mais músicas em locais alternativos, procuro direto no iTunes e compro, acho U$ 0,99 ou U$ 1,25 valores bem justos pelas músicas.

O Tweetbot para Mac utilizei um tempo a versão craqueada, porém criei coragem e paguei o valor absurdo de U$ 20,00 que os desenvolvedores pediram e não me arrependo, é um dos aplicativos que mais uso no Mac ao lado do Adobe Acrobat e do excel.

No iPhone e no iPad só tenho apps comprados na app store, mas novamente não vou mentir, quando tinha o Jailbreak algumas vezes eu pegava o aplicativo craqueado, testava alguns dias e depois ou deletava ou comprava.

Em relação aos colegas que usam aplicativos craqueados não vou julgar ninguém, porém o fato é que a atitude é ilegal. Mas claro que pagar U$ 500,00 ou mais em software é um valor fora da realidade do Brasil, tanto isso é verdade que a Adobe e a Microsoft criaram o sistema de assinaturas, acredito que a tendência é que outras companhias sigam esse modelo, inclusive a Autodesk com o Autocad, essa é a minha opinião e respeito os que não concordam com ela,

 

abraços

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Bom...

Eu no meu primeiro macbook até tinha, uns apps "alternativos"

Mas agora são todos comprados (e não são muitos) ou free.

O MS Office Mac veio junto na compra do iMac

O último que comprei e ainda tô usando pouco foi o oneSafe (até queria experimentar o 1password, mas..) pois a memória começa a falhar para as senhas rsrsrs

 

[]`s

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Vou confessar aqui: eu pirateio o Parallels Desktop porque fiquei PUTO que eles não atualizaram o Parallels 6 pra funcionar no Mountain Lion, alegando que "não era compatível". Eu DUVIDO que não seja compatível, isso foi proposital pra todo mundo ter que comprar de novo.

Eu tinha o 6 original e me recusei a comprar a versão nova, mas ao mesmo tempo não gosto das soluções dos concorrentes... :(

 

Porém é meu único app pirata, creio.

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Nunca intendi desse iTunes Match, como ele funciona, um cara ja fez um topico enorme sobre isso e ainda nao entendi :/ nao é mais facil pagar um Spotify ou Rdio?

No iTunes Match suas musicas ficam offline e você pode baixar só as que quiser em seu dispositivo.

Se não quiser, usa o strraming.

O iTunes Match é compatível apenas com as musicas que você já tem e que vai adicionar.

Uso desde o lançamento e não tenho intenção de cancelar.

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Vou confessar aqui: eu pirateio o Parallels Desktop porque fiquei PUTO que eles não atualizaram o Parallels 6 pra funcionar no Mountain Lion, alegando que "não era compatível". Eu DUVIDO que não seja compatível, isso foi proposital pra todo mundo ter que comprar de novo.

Eu tinha o 6 original e me recusei a comprar a versão nova, mas ao mesmo tempo não gosto das soluções dos concorrentes... :(

Porém é meu único app pirata, creio.

Eu pirateio o Parallels porque no ultimo bundle em promoção eu comprei apenas por conta dele e 3 semanas depois atualizaram a versão pedindo pra pagar um upgrade.

Não duvido nada que o mesmo vai acontecer agora que ele está em promoção denovo.

Não compro mais bundle por conta do Parallels. Tomei birra com a empresa.

Lembro que na época mandei um email pra eles questionando a promoção e pedindo desconto no upgrade. Além de serem mal educados, não ofereceram nada.

Apenas respondi o email deles dizendo que à partir daquele dia eu iria piratear o software.

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O único app pirata que uso éo Microsoft Office pelos seguintes motivos: a) preciso de compatibilidade e interoperabilidade; B) necessito apenas do Word, e, infelizmente, não vendem os apps em separado; c) Pages e alternativas open-source no momento, embora alguns anos atrás tenha feito minha monografia de graduação num OpenOffice; d) meu uso residencial (onde tenho Mac) é esporádico.

Quanto a filmes, procuro assistir no cinema. Os que deixo passar, assisto quando entra na gratuitade do Telecine Play ou dos demais serviços da NET. Se entra na programação de um canal, normalmente uso gravador digital. Porém senão está em nenhum desses lugares, uso torrent. E nem venham me falar em Netflix, porque aquilo não tem muitos dos filmes que eu gosto. Só compro DVD/Blu-Ray dos filmes que realmente gosto muito.

Em relação a séries gringas, já assino um pacote caríssimo de TV a cabo. Senão consigo assistir no horário da programação, uso o gravador digital. Só que quando existe um atraso muito grande da exibição gringa com a brasileira, uso torrent mesmo. Não pagarei duas vezes pelo mesmo produto mesmo.

Para músicas, sou assinante iTunes Match e futuro usuário do iTunes Radio. Ocasionalmente ainda compro CDs também. Além disso, boa parte da minha biblioteca do iTunes é povoada por artistas independentes que normalmente deixam disponíveis de graça os álbuns. Para o restante, não encontrei ainda nenhuma alternativa digital do meu agrado. O mais próximo foi o Spotify, mas não é tanto do interesse assim para eu fazer as gambiarras necessárias para funcionamento aqui no Brasil. Mas é provável que eu use quando chegar ao Brasil. Sem falar que parte considerável do que baixei já tinha em Vinil meus ou de pessoas que moram comigo. Apenas não tenho o equipamento para conversão.

Enfim, reconheço que boa parte das minhas desculpas são meias desculpas. Mas é como ajo.

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O único app pirata que uso éo Microsoft Office pelos seguintes motivos: a) preciso de compatibilidade e interoperabilidade; B) necessito apenas do Word, e, infelizmente, não vendem os apps em separado; c) Pages e alternativas open-source no momento, embora alguns anos atrás tenha feito minha monografia de graduação num OpenOffice; d) meu uso residencial (onde tenho Mac) é esporádico.

Quanto a filmes, procuro assistir no cinema. Os que deixo passar, assisto quando entra na gratuitade do Telecine Play ou dos demais serviços da NET. Se entra na programação de um canal, normalmente uso gravador digital. Porém senão está em nenhum desses lugares, uso torrent. E nem venham me falar em Netflix, porque aquilo não tem muitos dos filmes que eu gosto. Só compro DVD/Blu-Ray dos filmes que realmente gosto muito.

Em relação a séries gringas, já assino um pacote caríssimo de TV a cabo. Senão consigo assistir no horário da programação, uso o gravador digital. Só que quando existe um atraso muito grande da exibição gringa com a brasileira, uso torrent mesmo. Não pagarei duas vezes pelo mesmo produto mesmo.

Para músicas, sou assinante iTunes Match e futuro usuário do iTunes Radio. Ocasionalmente ainda compro CDs também. Além disso, boa parte da minha biblioteca do iTunes é povoada por artistas independentes que normalmente deixam disponíveis de graça os álbuns. Para o restante, não encontrei ainda nenhuma alternativa digital do meu agrado. O mais próximo foi o Spotify, mas não é tanto do interesse assim para eu fazer as gambiarras necessárias para funcionamento aqui no Brasil. Mas é provável que eu use quando chegar ao Brasil. Sem falar que parte considerável do que baixei já tinha em Vinil meus ou de pessoas que moram comigo. Apenas não tenho o equipamento para conversão.

Enfim, reconheço que boa parte das minhas desculpas são meias desculpas. Mas é como ajo.

já usou o Rdio??? eu ja usei tmb o Spotify e eu achei o Rdio melhor (tmb acho um saco ficar fazendo um monte de ganbiara) e o Rdio é disponivel no Brasil.
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